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domingo, 19 de dezembro de 2010

Legado do que Sai

Manchete estampada em jornal de grande de circulação, com direito à edição de caderno especial (O Globo), traz o seguinte título: "O legado do fenômeno Lula - Presidente deixa o poder com popularidade recorde, mas poucos avanços em educação, saúde, saneamento, infraestrutura e reformas."

Tirando o nada do nada que foi feito nos 8 anos que se vão, graças a Deus, e que o jornal chama de "poucos avanços", deixando de lado o "caderno especial", porque não interessa, tirando a dívida interna trilionária a ser herdada pela que vem, com recursos, apenas, para a farra dos três poderes, e tirando a duvidosa popularidade, o legado deixado pelo que sai, chefe dos trapaceiros e de Pindorama, o defecante andante, é que o País é o País da bandidagem, da roubalheira, da corrupção, da mentira, dos interesses individuais não nacionais, da vigança pela derrota da ideologia retrógada, do desrespeito à ordem constitucional vigente, o legado de que ser bandido, nacional ou não, o seu paraíso é o Brasil.

A espoliação não tem fim anunciado, porque transformar o País em uma grande cadeia é algo fora de cogitação, é impraticável colocá-lo numa redoma e deixar em seu interior os criminosos para aprodecer (ainda tem a questão do crime ambiental; a natureza não pode ser adubada com esse material infeccioso, pois se degradará em ritmo acelerado).

A ordem constitucional vigente, avanço inconteste dos povos civilizados e democráticos, mesmo que dilacerada pelos criminosos do "país da vergonha", é a arma legal de que dispõe a sociedade para obstar, frear os intentos inomináveis e inqualificáveis, de já extensa folha corrida.

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