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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Imoralidade em Destaque - Cargos vitais é a PQP!


Imoralidade é algo que faz parte da formação familiar e escolar dos pindoramaienses, os habitantes de Pindorama.
A que já veio, na tentativa de apaziguar as relações com a turma dos ministérios, permitiu que esta negociasse diretamente com a turma dos tramoienses os cargos que consideram vitais para a máquina partidária, talvez, quem sabe, pela confirmação do que todos já sabem, no destempero de Henrique Eduardo Alves, líder dos “ministérios” na Câmara, em discussão por cargos, feudos, com Alexandre Padilha, atual da Saúde: "Parece que vocês não aprenderam com o mensalão. Depois não venham correr atrás do PMDB para resolver os problemas (do governo e do PT)" (estadão, 03.01). Isso é que é confissão! Dê-se ciência ao Ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão no Supremo.
Voltando ao tema, aos poucos o medo, o freio, o receio, o temor, o cuidado e até a vergonha de se falar abertamente sobre interesses difusos, obscuros, maracutaienses já deixaram aquele ponto da consciência conhecido por caráter e honestidade, para se tornar lugar comum na bandidagem em foco. Cargos vitais para máquina partidária é a pqp!............., ainda mais com o troca-troca que se seguiu.
Veja-se a reportagem do Estadão:
“Por AE, estadao.com.br, Atualizado: 12/1/2011 9:02
Dilma Rousseff autoriza PMDB a negociar cargos
Um dia depois de ignorar a pressão do PMDB e se recusar a ceder uma cadeira ao partido no seu núcleo político além da já ocupada pelo vice-presidente Michel Temer, a presidente Dilma Rousseff decidiu fazer um agrado aos peemedebistas, iniciando um processo de paz com o parceiro.
Por intermédio do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, Dilma autorizou o PMDB a negociar diretamente com os petistas os cargos que desejam manter nos ministérios tocados pelo PT e que eles consideram ser vitais para a máquina partidária. É o caso, por exemplo, da presidência da Funasa, que tem orçamento de R$ 5 bilhões. O PMDB luta para impedir a demissão de Faustino Lins, indicado pelo líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Em compensação, o PMDB comprometeu-se com Palocci a apoiar a candidatura de Marco Maia (PT-RS) à presidência da Câmara, além de não formalizar um bloco parlamentar com o PP, PR, PTB e PSC, que teria 202 deputados e condições de dominar os principais cargos na Casa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.”

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