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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pacote da falta de vergonha

Segundo o “Panorama Político” de ontem (matéria ao lado), o atual vice, egresso do partido dos ministérios, mais o da casa civil (aquele envolvido na quebra de sigilo bancário de conhecido caseiro, quando ocupava pasta fazendária no governo do nada), teriam se entendido quanto à divisão do butim nos escalões inferiores, sugerindo, assim, o final da guerra entre as “hostes vitoriosas” no último embate, ou seja, a parte que cabe a cada um dos respectivos despojos.

Ao que indica a matéria, isso deverá ocorrer após a eleição para presidência da câmara, onde as figuras ali mencionadas “sentarão à mesa” (bem que poderiam sentar em outro lugar e fazer um bem enorme ao País), com o cara das relações institucionais “para fechar um pacote completo” (?), cujo objetivo, como lá se diz, é o de “acelerar as nomeações para evitar marolas” (?) (tsunamis?!).

O pacote para se evitar o “levante das águas” deve ser o pacote da falta de vergonha, que já assumiu proporções nunca antes vistas “neste País”, podemos dizer, sem desrespeitar aos colegas cristãos, “proporções bíblicas”, uma hecatombe: em figura histórica “espécie” de capitanias hereditárias e suas relações com o poder central – cada um leva o seu deixando sobras para futura divisão.

Já se noticiou até, que a questão envolvendo Furnas já chegou a um final feliz para a turma dos ministérios (?).

E ainda sustentam que Aristóteles foi suplantado por Maquiavel.

Bem vindos a Pindorama!

JabaNews


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