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terça-feira, 19 de abril de 2011

Propicanagem






A matéria acima, da última edição da revista Veja, dá conta de eventual não cumprimento de acordo de propicanagem, envolvendo o então Presidente do STJ e a figura inqualificável da roubalheira, ladroagem e corrupção do partido das trapaças, o que teria levado o último a desistir da indicação do Ministro para a Corte das togas superiores.

A “estória” da propina foi contada pelo “cumpadre” (com “u” mesmo) advogado do inqualificável ao próprio inqualificável, lá no Planalto, de quem, se fosse um homem decente e honesto, e não o responsável pelo auge e pelo ápice da criminalidade e da corrupção nos últimos 8 anos, se esperava chamasse a polícia para prender o larápio “cumpadre”, já que diante de espontânea confissão de corrupção ativa por parte daquela figura e, como todo mundo sabe, corrupção é crime.

Em resumo, o que aconteceu, foi o seguinte: diz a reportagem que aquele “cumpadre” visitara o Presidente do STJ, para conversar sobre recurso de uma empresa de fertilizantes, impedida de operar, por conta de danos ao meio ambiente, oportunidade em que se falara em 500 mil para o Ministro, com o intuito de se comprar decisão favorável ao Cliente, do qual se dizia consultor. No momento do julgamento do recurso, a Corte Especial do STJ, à unanimidade, decidiu por negar os argumentos do "Cliente", mantendo-se, assim, a proibição de operar. Isto feito, a “estória” é divulgada nos bastidores de Pindorama, e a mente da criminalidade desistiu da indicação.

Vindo de onde vem, é fácil concluir que a “estória” não guarda contornos de verdade, é inverossímil, contada com o nítido intuito de denegrir a imagem do Ministro. Por essas razões, de toda sorte criminais, é que já propusemos, em matéria passada, sob o título “República dos Cinqüentões”, entre idéias de reforma política e do executivo, que as cadeiras do Supremo fossem ocupadas por magistrados de carreira (sete cadeiras), por representantes do Ministério Público (duas cadeiras) e por advogados (duas cadeiras), sem necessidade de indicação do Presidente da República e de sabatinas no Congresso Nacional da bandidagem.

Vamos passar um tempo sem postar matérias no blog, não conseguimos nos livrar do segundo período de “hibernação”. Assim, nossos respeitos a todos e até um dia ou, como se diz em alemão, auf Wiedersehen.

JabaNews





Pedras














JB01
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Minutos de educação e cultura




O link no youtube segue abaixo:

Dona Adelina na Farmácia


























































JB01
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Alerta de virus

É melhor prevenir.

"Repassando   . . .
 Fiquem atentos nos próximos dias!
Não abram nenhuma mensagem e/ou arquivo que fale mal do Sócrates  com o nome
" PORTUGUES IDIOTA",
Independente de quem a enviou.·
é um vírus que 'abre' uma tocha olímpica que 'queima' todo o Disco
rígido do computador.
Este vírus virá de uma pessoa conhecida
que tem seu nome em sua Lista
de endereços, por isso você deve enviar esta mensagem a
todos Os seus contactos.·
É preferível receber 25 vezes esta
mensagem, do que receber o vírus e abrí-lo..·
Se receber a
mensagem chamada "PORTUGUES IDIOTA" não a abra e apague do seu
computador imediatamente!·
É o pior vírus Anunciado pela CNN e
classificado pela Microsoft Como o mais destrutivo que já
existiu .
Ele foi
descoberto ontem à tarde pela McKafee e não existe Anti-vírus
para ele.·
O vírus destrói o Sector Zero do Disco Rígido,
onde as informaões Vitais de seu funcionamento são guardadas."

JB01
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Horas Vagas

Força de nossas atividades nas horas vagas conhecemos, desde o iniciante, até o mais “profícuo” na profissão, e nem por isso nos consideramos objeto de auto-elogios, de considerações acima da média, de egocentrismo, de falarmos de nós mesmos, de cantarmos loas; falamos segundo o nosso coração, sem nos preocuparmos com o sentir das palavras em corações outros, posto, se fosse, as palavras seriam moduladas – modulação, expressão bem a gosto das togas superiores em determinadas situações – e, como tal, não representariam o que realmente sentimos quando a proferimos, o externar do pensamento.

Nesta linha recebemos, em nosso canto das horas vagas, alguém, com a experiência que já alcançou, solicitando-nos orientação para concurso público no MPF, cargo procurador.

Para tanto expôs os seus anseios, sonhos, ideais profissionais, e toda sorte de projetos futuros no intento da estabilidade laboral, como a demonstrar, mais uma vez, os diferentes “Brasis” com o qual convivemos diuturnamente: o dos empregados nos setores público e privado, o daqueles que nem lá e cá se situam, mas que também lutam e brigam, diuturnamente, para manterem a sua dignidade e a sua família, sobressaindo-se os mais capazes e preparados e aquele dos marginalizados do sistema, que sobrevivem à custa dos vinténs governamentais (deixamos, fora das linhas, o Brasil “Pindorama”).

Evidentemente, encorajamos o futuro, quiçá, procurador da república.

Na sua felicidade incontida, nos trouxe ao conhecimento provas passadas do MPF obtidas, segundo ele, no site da instituição, das quais, na última, apresentada como 24º Concurso,  empacamos na primeira questão, de um grupo identificado por Direito Constitucional e Direitos Humanos, entre outros ramos do Direito.


Empacamos porque esta primeira questão, em aparente apologia aos movimentos de esquerda, após reproduzir pretenso diálogo entre “agentes da repressão”, induz (?) o pretenso futuro procurador a considerar como violadores dos direitos humanos atos do poder constituído voltados a impedir a tomada do poder pelas armas e o avanço do comunismo no Brasil e na América do Sul (esse é o  nosso entendimento, mentes mais claras e cultas, porém, podem oferecer olhar diverso, nos corrigindo, pois). Observem a questão, baseada em texto que peca no português (transcrição conforme o original fornecido):

“1. ATENÇÃO AO DIÁLOGO ENTRE UM PRESIDENTE BRASILEIRO E O CHEFE DE SUA SEGURANÇA NO CURSO DO ÚLTIMO REGIME DE EXCEÇÃO NO BRASIL: INTERLOCUTOR A: ‘TEM ELEMENTO QUE NÃO ADIANTA DEIXAR VIVO, APRONTANDO. INFELIZMENTE, É O TIPO DE GUERRA SUJA EM QUE, SE NÃO SE LUTAR COM AS MESMAS ARMAS DELES, SE PERDE. ELES NÃO TÊM O MÍNIMO DE ESCRÚPULO’. INTERLOCUTOR B: ‘É, O QUE TEM QUE FAZER É QUE TEM QUE NESSA HORA AGIR COM MUITA INTELIGÊNCIA, PARA NÃO FICAR VESTÍGIO NESSA COISA’ (GASPARI, ELIO. A DITADURA DERROTADA. S. PAULO: CIA DAS LETRAS, 2003, P. 387). A CONVERSA SE REFERE À REPRESSÃO DE MILITANTES DE ESQUERDA, REALIZADA CONJUNTAMENTE POR DIVERSOS PAÍSES DO CONE SUL, À MARGEM DO DIREITO CONSTITUCIONAL E DO DIREITO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS. ACERCA DE TAIS EPISÓDIOS E DO REGIME DE ANISTIA NO BRASIL, NÃO SE PODE DIZER QUE:

a)  ( ) São exemplos de cooperação militar tratada na questão as Operações Condor, Lupanário e Mercúrio.

b)  ( ) A anistia política constitucionalmente prevista em benefício das vítimas do regime de exceção (arts. 8º e 9º, ADCT), submete-se à ‘reserva de Constituição’.

c)  ( ) A anistia sob reserva de lei é destinada aos crimes políticos, mas pode abranger os crimes comuns e as sanções legalmente previstas.

d)  ( ) A anistia  e o estatuto da criminalidade política não se aplicam às práticas terroristas, seja as cometidas por particulares, seja as praticadas com o apoio oficial do próprio aparato do Estado.”

A resposta está na letra “a”, relevando-se os erros de português na última alternativa, possivelmente por conta da edição e impressão do caderno.

Na mesma linha, a segunda questão, abaixo reproduzida:

2. DE ACORDO COM A JURISPRUDÊNCIA DA CORTE INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS SOBRE AS VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS, PRATICADAS PELOS REGIMES DE EXCEÇÃO NA AMÉRICA LATINA, É INCORRETO AFIRMAR QUE:

.a)  ( ) A justiça transicional pode justificar a validade interna e externa de leis sobre anistias, se tiverem sido incorporadas ou expressamente mantidas na Constituição.

b)  ( ) A punição dos responsáveis pelas violações é decorrência do conceito do Estado de Direito e do devido processo legal.

c)  ( ) O conhecimento dos registros de desaparecidos constitui um direito dúplice, individual e coletivo, podendo, no primeiro caso, ser exercido pelos familiares das vítimas.

d)  ( ) As violações dos direitos humanos geram a responsabilidade internacional do Estado `a sua devida e justa reparação.”

A resposta à segunda questão é, também, a alternativa “a”.

Mas, qual o intuito de se destacar negativamente os movimentos militares contra o avanço ou contra a tentativa de grupos em derrubar governos pelas armas e implantar regime comunista nas “Américas”? Porque não o contrário? Porque não se destacar os MR8, Palmares, Colinas da vida, entre outros, dos quais a dona Presidente destacou-se em série de crimes, oferecendo-se alternativas outras de resposta? Influência da Secretaria de Direitos Humanos? Qual a razão de inclusão, em uma prova, de assunto já sacramentado pelo Supremo? Teste de conhecimentos gerais dirigidos, misto de políticos e legais? Viés ideológico do MPF? Manipulação ideológica em pleno século XXI? O correto ou ideal ou mais adequado não seria falar-se, também, dos movimentos de esquerda e toda sua sorte de crimes, contrapondo-se o regime vigente aos intentos comunistas então perseguidos, tal como em qualquer País, à exceção, claro, das ditaduras de esquerda? Qual, pois, o intuito?

De nossa parte, evidentemente, não deixaremos de incentivar o futuro pretenso procurador, realizando até a prova que nos foi apresentada, simples ajuda para que encontre, talvez, o seu lugar na sociedade do emprego público, sem deixar passar em branco, claro, as idiossincrasias parciais “ministeriais”.

terça-feira, 12 de abril de 2011

A "ignorânssa é que astravanca o pogreço"

Há alguns dias, passando os olhos pelos jornais, deparamo-nos com uma declaração da que já veio no sentido de que “No Brasil só não estuda quem não quer”, tudo por conta de uma avaliação que teria feito sobre as novas regras de financiamento do ensino superior, apesar de considerar como baixo o número de beneficiados por tal financiamento (reportagem em nossos arquivos).

Vamos por parte, como diz o esquartejador.

Não vai muito tempo, destacamos aqui no blog o elevado número de analfabetos funcionais no País, que assim interessa continue, ou até aumente, por conta do bolsão de votos, sustentado com vinténs.

Não vai muito tempo, também, destacamos que o Governo, por intermédio do MEC, recomendara a não reprovação dos alunos nos três primeiros anos do ensino fundamental quando, entre os 4º e 6º anos, segundo as suas próprias estatísticas, já se encontravam, só em 2009, cerca de 30 mil alunos totalmente analfabetos (acreditamos que o número é bem superior).

Da mesma forma destacáramos afirmação da então eleita de que a educação não seria nenhuma de suas prioridades, isso em que pese o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das Nações Unidas, ter colocado o País com a mesma média de anos de estudo que o Zimbábue, país africano com o pior IDH do mundo.

Fechando as partes, não é muito difícil concluir que a ignorância continua ditando o ufanismo retrógado.

Sabemos que o motivador da permanência das crianças nas escolas é o famigerado bolsa-família; sabemos, também, que a criançada, pelos números irreais do governo, continua analfabeta; sabemos, mais, que, apesar das dificuldades enfrentadas pelos profissionais do ensino – salariais e infra-estrutura – algumas poucas crianças conseguem suplantar os obstáculos sociais e os impostos pelo Estado, procurando, ao depois, profissionalização ao nível técnico, área de mercado atualmente atraente pela carência e por fornecer aparente realização das necessidades imediatas; já aqueles que chegam ao ensino superior, respeitando méritos, a eles ascendem por conta do inconstitucional e racista sistema de cotas, prova inconteste da ausência de política séria educacional.

Próximos a nós, quase que diariamente, assistimos exemplo vivo do analfabetismo e de sua acomodação, em que pese fazermos às vezes do profissional da educação, no intuito de motivar a obtenção de algum conhecimento.

Daí falar-se que “no Brasil só não estuda quem não quer”, por conta de novas regras de financiamentos universitários, enquanto o básico passa por proposta de não reprovação nos três primeiros anos do ensino fundamental, é querer fazer a “nosotros” de idiotas, razão do título da matéria: “a ignorânssa é que astravanca o pogreço”.

É verdade que muitos lá não chegarão, mas, também, é verdade que a oportunidade deve ser oferecida, desde baixo, sem demagogias, sandices e vinténs.

E ainda se fala, no calor da tragédia de Realengo, em novo referendo do desarmamento da população, quando se sabe qual a origem ou procedência do "comércio secundário das armas".

A idiotice nos persegue, feito praga.

JabaNews

A vida como ela é

DEUS CRIOU O BURRO E DISSE:

            - Obedecerás ao Homem, carregará fardos pesados nas costas e viverás 30 anos. Serás Burro.
            O Burro virou-se para Deus e disse:
            - Senhor! Ser Burro, obedecer ao Homem, carregar fardos nas costas e viver 30 anos? É muito, Senhor! Bastam-me apenas dez.
            Deus criou o Cachorro e disse:
            - Comerás o osso que te jogarem ao chão, tomarás conta da casa do Homem e viverás 20 anos. Serás Cachorro.
            O cachorro virou-se para Deus e disse:
            - Senhor! Tomar conta da casa do Homem, comer o que me jogarem ao chão e viver 20 anos? É muito, Senhor! Bastam-me dez.
            Deus criou o Macaco e disse:
            - Pularás de galho em galho, farás macaquices e viverás 30 anos. Serás Macaco.
            O Macaco virou para Deus e disse:
            - Senhor! Pular de galho em galho, fazer macaquices e viver 30 anos? Bastam-me vinte.
            E Deus fez o Homem e disse:
            - Serás o Rei dos Animais, dominarás o Mundo, serás inteligente e viverás 30 anos.
            O Homem virou-se para Deus e disse:
            - Senhor! Ser Rei dos Animais, dominar o Mundo e viver 30 anos? É muito pouco, Senhor! – 20 anos que o Burro não quis, dez anos que o Cachorro recusou e 10 anos que o Macaco não está querendo, dai-me a mim, Senhor, para que eu viva pelo menos 70 anos ...
            E Deus atendeu ao Homem:
             Até os 30 anos o Homem vive a vida que Deus lhe deu. É Homem.
            Dos 30 aos 50, o Homem casa e carrega os fardos nas costas para sustentar a família. É Burro.
            Dos 50 aos 60 anos, já cansado, ela passa a tomar conta da casa. É Cachorro.
            Dos 60 aos 70 anos, mais cansado ainda, ele passa a viver aqui e ali, na casa de um filho e de outro, faz gracinhas para as crianças rirem. É Macaco.

Moral: Esta é a realidade da vida (pelo menos para muitos que habitam o planeta). De nada adianta o dinheiro, o orgulho e a vaidade se todos nós teremos que passar por essas fases.
(anônimo)

Cansado do pendura

Cansado do pendura, Manoel pregou o seguinte cartaz na birosca:

PARA ACABAR COM O TRANSTORNO,
NO BAR, NESTE BALCÃO,
SÓ VENDO FIADO A CORNO,
FÉLA DA PUTA E LADRÃO.


 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Poço dos desejos:



JB01
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moral: nunca abandone a sua velhinha.

Julgamento da Velhinha


Juiz: Qual sua idade?

Velhinha: Tenho 86 anos.

Juiz: A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado???

Velhinha: Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.

Juiz: Você o conhecia?

Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável...

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa.

Juiz: A senhora o deteve?

Velhinha: Não.

Juiz: Por que não?

Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30 anos.

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou a acariciar meus seios.

Juiz: A senhora o deteve então?

Velhinha: Mas claro que não, doutor....

Juiz: Por que não?

Velhinha: Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim há anos!

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor? Estávamos à sós, e abrindo as pernas suavemente, disse-lhe: Me possua, rapaz!

Juiz: E ele a possuiu?

Velhinha: Não. Ele gritou: 1º de abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll!
Foi aí que eu dei um tiro no filho da puta!!

JB01
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Notícias da China: três porquinhos na balança comercial

Acabamos de ler na Agência Estado que a que já veio,  tão logo desembarcou nas terras de milenares dinastias, anunciou que o Brasil começará, neste ano, a exportar carne suína para aquelas bandas. Boas notícias! -  a encabeçar a "vara", os três porquinhos que flanam por Pindorama, assim denominados pelo partido dos ministérios ou das mamatas, seguindo-se os demais da porcalhada que, por se constiutir em extensa lista, não haverá lugar, neste blog, para nomeá-los, todos já os conhecem; podemos dizer, porém, que o "chiqueiro" passará por uma limpeza "nunca antes vista neste país", acarretando a bem vinda falta de "quorum".

Sabendo-se que a China é o maior consumidor mundial de carne suína, o risco para o país será o de responder a ações em foros internacionais por conta da exportação de carne podre, putrefata, imprópria para consumo humano etc., bom prato, porém, para os "black birds".

JabaNews

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tragédia na Escola Municipal de Realengo

Nossos profundos respeitos aos pais das crianças assassinadas por um lunático premeditado que invadiu a escola municipal Tasso da Silveira, nesta manhã, no Rio de Janeiro, bairro do Realengo.

Sem querer fazer troça  ou desrepeitar os dolorosos sentimentos dos familiares, alguém poderia nos explicar o que a dona Presidente quiz dizer com "não é característica do País ocorrer esse tipo de crime", algo que acabamos de escutar em pronunciamento ao vivo nas "news" da vida, sem nos esquecer, porém, de que "esse tipo de crime" já ocorreu no interior de uma sala de cinema, em São Paulo, além de no espaço aberto de outros cantões? Qual o tipo de crime é característico do nosso País, o qual, aquela pessoa, deixou oculto em seu pronunciamento? Aquele, do qual, já não se tem mais vergonha de se praticar à luz do dia e aos olhos de outros? Aquele que tanto enlameia o País, e que sempre depende das togas superiores o cansativo esperar dos resultados punitivos, cuja ausência só reforça e anima a reincidência do mesmo crime, e outros correlatos, soando os interesses da sociedade como mero detalhe?

JabaNews



Realidade nacional: saúde

Ambucão ou Rabelância, é o título da charge do Amarildo, que tomamos a liberdade de mudá-lo para realidade nacional.


(Blog do Amarildo)

Ainda a hipocrisia

Ainda com relação à  hipocrisia de alguns pingados, segue-se vídeo, já de amplo conhecimento, no qual o que já se foi, em evento na cidade de Pelotas, disse ser a mesma polo exportador de viados, isso, se não estamos enganados,  lá pelo ano de 2006, e não se viu ou se ouviu qualquer reação ou movimento de histeria por parte da boiolagem e seus "simpatizantes", tal como se vê atualmente - a turma dos baitolas carentes e aderentes em pleno exercício de frescura política e de interesses difusos - objeto de comentário na matéria "Brake" na hibernação":











Comentários do Sicário em "Os abutres também têm fome"

Jaba...

Desmedida deveria ser o segundo, senão o primeiro nome de Maria...a moça dos direitos dos outros. Digo direitos dos outros pq. pelo pensamento da guria os direitos são somente daqueles que estão do seu lado, não importando quem seja.
Dá para abrir um Rosário das vezes que a guria de Veranópolis (a coisa nasceu na terra da longevidade na província de São Pedro do Rio Grande do Sul mas como toda regra tem sua excessão...) foi desmedida.
Maria a protetora foi desmedida ao abraçar um ladrão, deixando a vítima de lado.
Maria a destemida foi desmedida ao descobrir um parente com menores de idade numa blitz contra a pedofilia.
Maria a justa foi desmedida na reação ao caso Bolsonaro x 50% afro-descendente Gil.
Maria a valente foi desmedida quando ofendeu Bolsonaro chamando-o de torturador, o agrediu verbalmente, ameaçou e só calou-se quando foi avisada que se agredisse fisicamente o ato seria revidado.
Maria a bela, foi desmedida ao "correr" pelo plenário da Câmara de Deputados para subir à mesa diretora e avisar ao presidente não tão inocêncio...de oliveira, que Clodovil Hernandes havia dito que certa deputada petista era tão feia que não serviria nem para pu... (aqui faço um break: a distinta deputada, logo após o caso, andou fazendo um recauchutagem e parece que continua não servindo prá p....).
Maria é assim... doentiamente desmedida desde que possa se esconder atrás da falsidade de sua uma ideologia.
6 de abril de 2011


quarta-feira, 6 de abril de 2011

Os abutres também têm fome

Notícias de hoje dão conta de que a OEA, por sua Comissão Interamericana de Direitos Humanos, recomendou aos tramoienses governamentais a suspensão do processo de licenciamento da hidrelétrica de Belo Monte, ao argumento de prejuízo para as comunidades indígenas, ou, como diz, por exemplo, a reportagem de Eliane Oliveira e Mônica Tavares, “a comissão afirma que a vida e a integridade pessoal dos indígenas estariam em risco devido ao impacto da construção da usina”, recomendando, ainda, que aquelas comunidades tenham acesso ao estudo de impacto social e ambiental do projeto (O Globo, 06.04).

Noticiou-se, também, que a reação da que já veio foi imediata, determinando a chancelaria nota “à altura” demonstrando “perplexidade”, seguindo-se palavras do Patriota porta-voz assim registradas: “o governo brasileiro, sem minimizar a relevância do papel que desempenham os sistemas internacionais de proteção dos direitos humanos, recorda que o caráter de tais sistemas é subsidiário ou complementar, razão pela qual sua atuação somente se legitima na hipótese de falha dos recursos de jurisdição interna”.

Na balada, a “guria” da Secretaria de Direitos Humanos disse ao Zero Hora, que a “OEA foi desmedida no caso Belo Monte”, seguindo-se, ainda, críticas da ANEEL à posição da OEA, conformem informam a Agência Brasil e Folha.

No contexto, com a mudança de comando na Vale, já se fala da presença desta na construção da Usina em substituição a consórcio que foi além dos sapatos, demonstrando-se o empenho ferrenho dos tramoios na troca do todo poderoso da empresa: reino da bufunfa, pois nele é que tudo se resume.

Mas, a atual posição crítica, fundamentada no caráter subsidiário ou complementar da atuação da CIDH/OEA, que só se legitima na hipótese alentada pela Chancelaria, não foi observada quando da indevida interferência daquela mesma Comissão em assunto interno do País, já definido e sacramentado pelo Supremo, envolvendo a questão do Araguaia (nossa matéria intitulada “OEA”, de 16.12.2010), que tanto alegrou a turma da continuidade, à “moça” da Secretaria de Direitos Humanos e até ao cara à frente do Ministério da Justiça, além de outros que entram em êxtase quando nas tintas dos Jornais. Aliás, o da Justiça, chegou a dizer que as decisões daquela Comissão se sobrepõem às decisões do Supremo Tribunal Federal, seguido pelos citados extasiados.

Já disse o Supremo, para quem não háfalhas dos recursos de jurisdição interna”:
se é verdade que cada povo resolve os seus problemas históricos de acordo com a sua cultura, com os seus sentimentos, com a sua índole e também com a sua história, o Brasil fez uma opção pelo caminho da concórdia”.
uma sociedade que queira lutar contra os seus inimigos com as mesmas armas, com os mesmos instrumentos, com os mesmos sentimentos está condenada a um fracasso histórico”.

(Ministro Cezar Peluso, Presidente do Supremo, contrário, como a maioria de seus pares, à oportunista e demagógica revisão da lei da anistia, assim pretendida pela OAB, em relação aos agentes do Estado)

Em assim sendo, e para que não dêem um tiro no pé, ou terminem por justificar o título da matéria, de duas uma: ou abortam a ignomínia que se traduz na Comissão do direito à verdade unilateral, consoante argumentos da Chancelaria e posição do Supremo, ou acatam as recomendações da OEA, no caso Belo Monte, nos termos da posição do cara do Ministério da Justiça:  não há lugar para incoerências e/ou dúvidas monetárias.

JabaNews

Comentários do Sicário em "Bkake na hibernação, item 5"

           Jaba...

Feliz retorno.

Com relação ao ítem 5: perfeito.
Quando li o ocorrido a primeira reação que tive foi a de rir, pelo ridículo da situação e pelo sensacionalismo provocado pela emissão de opinião que, diga-se, é um dever do cidadão. Mesmo que Bolsonaro seja racista e homófobo, pelo seu jeito destemperado, oferece menos perigo do que alguém que se diz tolerante e que se transforma ao ver uma filha com um afrodescendente (vice-versa), ou um filho escandalosamente feminino (vice-versa). O perigoso é o que não é falado e está escondido, inclusive nas cabeças deste bando de imbecis que querem fazer uma caça às bruxas...os mesmos que contam em mesas de bar, em roda de amigos piadas de negros, homossexuais ou será que ninguém jamais falou algo parecido?
Piadas de loiras são contadas abertamente nas TV's e MP's ABO's, ninguém se manifesta...preconceito é somente com relação à afros e homos? Loiras naturais não são minoria?
A hipocrisia sociológica afirma que o Brasil é um país mestiço então, que história é esta de cotas? Se somos um país mestiço as minorias são outras...inclusive, pela quantidade de gente saindo do armário, héteros são a grande minoria.
Para encerrar a questão: PROMISCUIDADE...Bolsonaro falou alguma mentira? Pq. pessoas que precisam tanto aparecer na mídia e que tem tanto orgulho da raça, pintam os cabelos com tintura clara e os alisa?



                 Olá Sicário,


A turma que nos levou à "hibernação", e ainda quer um "segundo tempo", é um tanto quanto "terrorista", vê chifre em cabeça de cavalo, do qual só conhecemos o lendário unicórnio, que possui o chifre na sua face, na sequência para as narinas.
Os fatos envolvendo o Bolsonaro, que também levaram o cara da oab-rj a asseverar que irá promover as suas "representações", não passam de pura hipocrisia, como salientastes em suas linhas, ou de homérica palhaçada ou de meio fácil de vida na esperteza, para manutenção de artificial poder, na qual se "protegem" e se "sustentam" ditas minorias, que se "encostam" e se "escondem" no dinheiro público - ongs e outros movimentos - para promoverem as aberrações e idiossincrasias já de conhecimento público; sua última pergunta, por sinal, demonstra de onde vem o racismo, como, também, lembra idiotices do que já se foi quando, em evento na cidade de Pelotas, disse ser aquela cidade polo exportador de viados, do que não se viu ou se ouviu nenhuma reação histérica ou "estérica" (aqui, entre aspas, já como filólogos).
Do jeito que a coisa vai, em que se pretende quebrar os princípios que norteiam a sociedade, no que as empresas de televisão são pródigas, a mediocridade e a provável república dos baitolas carentes, subespécies de um demagógico produto, são fatos que, na ótica da republiqueta por ora no poder, se sugere se avizinham.
Nada mais fácil do que se engajar em projetos duvidosos para não assumir e encobrir o fracasso no desenvolver os objetivos republicanos.
Agradecemos o "feliz retorno", és sempre bem vindo com seus comentários.
Abs.,

Foto que diz tudo



NO COMMENTS

(a foto registra lobby de prefeitos contra cortes, por conta das eleições municipais de 2012, constando da reportagem do estadão, que a pressão ameaça ajuste fiscal que, ao que nos parece, só engana aos incautos)


Idiotice em evidência

"NOVA FRAUDE NA INTERNET. Vejam como funciona:
Um amigo pagou 100 dólares por um aparelho para aumentar o pênis.
E os fdp lhe mandaram uma lupa!
Tenha cuidado!!!
Não vá cair, nem deixe seus amigos, cairem nesse golpe.
Lupa compre na papelaria é mais em conta."


JB01 por e-mail

terça-feira, 5 de abril de 2011

Operação Castelo de Areia


Agora pouco foi divulgado, no site do STJ, que as provas colhidas pela Polícia Federal, na operação Castelo de Areia, foram, por maioria, consideradas ilegais.

As provas assim consideradas foram obtidas mediante escuta telefônica autorizada pela Justiça Federal de São Paulo, em suas duas instâncias, a pedido do Ministério Púbico Federal, após início das investigações com base em denúncia anônima.

A Operação Castelo de Areia, para quem não se lembra, foi uma operação deflagrada pela Polícia Federal, em 2008, voltada à apuração e investigação de crimes financeiros e de lavagem de dinheiro, tendo como centro do crime a Construtora Camargo Correa, em cujo relatório final figuras carimbadas tiveram o seu “lugar ao sol”, tais como Michel Temer, José Arruda, Elton Zacarias – secretário de Gilberto Kassab – Valdemar Costa Neto e Adhemar Palocci - irmão de Antonio Palocci - então diretor da Eletronorte, envolvido em operações difusas, na construção de eclusas de Tucuruí.

Desprezando as investigações do MPF, os Ministros, em exercício de puro sofisma jurídico, colocaram por terra não só todo o trabalho investigativo como a sua independente apreciação pelas instâncias paulistas, além do claro desperdício de dinheiro público, provocando, desta forma, mais um desalento à sociedade, entre tantos outros: ainda acreditamos que o crime não compensa, e que a nossa terrinha não é o paraíso da bandidagem, apesar dos áulicos do crime, que flanam por Pindorama e pelo Periférico, isto nos mostrarem quase que diariamente.

Abaixo, íntegra das informações contidas no site daquelas togas, para conhecimento e conclusão de nossos leitores, destacando-se o voto vencido do Ministro Og Fernandes, que reconheceu da legalidade das operações empreendidas pela Polícia Federal (há notícias de que o MPF irá recorrer da demonstração de “impunidade”, ao argumento de que muitas operações se iniciam por meio de denúncias anônimas e que sua paralisação desestimularia a população a denunciar irregularidades; vamos ver como as togas demonstrarão os seus jurídicos e ricos conhecimentos legais, no check balance ente os interesses “maiores” da sociedade e os de pingados criminosos):

Castelo de Areia: autorização de escutas telefônicas apenas com base em denúncia anônima é ilegal

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por maioria, considerou ilegais as provas obtidas a partir de escutas telefônicas na operação Castelo de Areia. Os ministros entenderam que a denúncia anônima foi o único fundamento para autorização judicial das interceptações, o que não é admitido pela jurisprudência consolidada do STJ e do Supremo Tribunal Federal (STF). Os dois habeas corpus que questionavam a legalidade da operação foram parcialmente concedidos.

O julgamento foi retomado nesta terça-feira (5), com a apresentação do voto-vista do desembargador convocado Celso Limongi. Ele considerou ilegal a autorização judicial de escutas telefônicas com base apenas em denúncia anônima. Limongi ressaltou que o sigilo telefônico é direito fundamental garantido no artigo 5º da Constituição Federal e sua violação precisa de fundamentação minuciosa. “Verifico que a requisição das interceptações telefônicas é baseada em termos genéricos, destituída de fundamentação”, afirmou.

Para Limongi, a delação anônima serve para o início das investigações de forma que a autoridade policial busque provas, mas não serve para violação de qualquer direito fundamental do ser humano. O voto segue a posição da relatora do caso, ministra Maria Thereza de Assis Moura, que também foi acompanhado pelo desembargador convocado Haroldo Rodrigues.

 

Provas ilegais
 

A operação Castelo de Areia foi iniciada em 2008 pela Polícia Federal para apurar indícios de crimes financeiros, como evasão de divisas e lavagem de dinheiro, que envolveriam várias pessoas, entre elas dirigentes da Construtora Camargo Corrêa. Também haveria indícios de ramificações criminosas na administração pública.
Um habeas corpus foi impetrado pela defesa de um suposto doleiro e o outro em favor de três executivos da construtora Camargo Corrêa.

No início do julgamento dos habeas corpus, em 14 de setembro do ano passado, a ministra Maria Thereza de Assis Moura votou pela concessão parcial da ordem, considerando ilegais as provas obtidas a partir da quebra do sigilo telefônico dos acusados. Para ela, a autorização judicial das intercepções não poderia ter sido baseada apenas em denúncias anônimas recebidas pela Polícia Federal. A ministra considerou que a ordem judicial foi genérica e indiscriminada.
 


Divergência
 

A divergência foi inaugurada pelo ministro Og Fernandes, em voto-vista apresentado em 15 de março deste ano. Ele considerou as investigações legais, bem como todos os atos processuais realizados. Para o ministro, o indispensável acesso aos dados telefônicos não foi concedido em razão da denúncia anônima, mas de elementos colhidos pela polícia em apurações preliminares que tiveram a informação anônima apenas como ponto de partida. Og Fernandes ficou vencido.”

Primeira babá

Encontrei uma velha foto minha, com minha primeira babá...


O meu psicanalista disse que foi assim que meus problemas começaram!!!
Clik na imagem.

JB01
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Igreja Universal

Klayson e Marinete estão num vôo para a Austrália para comemorar o quarto aniversário de casamento. 
De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho más notícias... problemas graves nos motores, vamos tentar um pouso de emergência... há uma ilha não catalogada nos mapas... vamos aterrissar na praia. 

Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:
- Isto aqui parece o fim do mundo - é improvável a possibilidade de resgate... talvez tenhamos que viver nessa ilha pelo resto de nossas vidas! 

Nessa hora, Klayson pergunta para a mulher:
- Marinete, você pagou o dízimo da IGREJA UNIVERSAL este mês?
- Ai, me perdoa Klayson. Com essa história de viagem, esqueci completamente!
Klayson, eufórico, agarra a mulher e tasca-lhe um beijão, o melhor de todo o casamento.
A Marinete não entende e pergunta:
- Klayson por que você me beijou desse jeito?
E ele responde eufórico:
- ELES VÃO NOS ACHAR LOGO!...

'Jesus Cristo é o caminho; eu sou o pedágio.'
(Edir Macedo)

JB01
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

"Brake" na hibernação

Ao chegarmos em casa, no dia de ontem, após um brake no período de hibernação, e ainda tanto quanto “zaroios”, fomos brindados com algumas do País, por quem lá nos esperava:

1ª – pessoal das togas superiores, com voto de desempate do atual empossado, chutou lei da ficha limpa, para as próximas eleições, ao argumento de observância ao art. 16 da Constituição e à segurança jurídica, segurança jurídica mandada para as calendas quando, por exemplo, a mesma Corte decidiu pela imposição de contribuições previdenciárias aos inativos (11%) ao início do governo do que já se foi, ou, mais recentemente, com a posição do último egresso da AGU, suspendendo processos de poupadores contrários aos interesses do sistema financeiro, o mesmo que se posicionara favoravelmente a esses últimos, quando a frente da AGU, em processo que se encontra na relatoria de outro colega da Corte; quanto à Lei da ficha limpa não é bem isso que estão dizendo por lá e nem por aí; em próxima oportunidade voltaremos ao tema;

2ª – o palhaço é agraciado com título “honoris causa” pela Universidade de Coimbra, universidade que, em tempos, passados, já mereceu nosso respeito, à qual, salvo baita piada contada aos quatro cantos do planeta, não dispensaremos mais nenhuma linha;

3ª – escolas centenárias para cegos no Rio de Janeiro deverão ser fechadas até o final do ano, sob alegação de melhor inclusão dos portadores da deficiência na rede normal de ensino: isto é que é política de educação! Eita, porra!;

4ª - Tiririca já se mostra bom aluno em relação às falcatruas da Câmara;

5ª – Bolsonaro será processado porque não gosta de viados e se opõe ao populismo barato das cotas; aqui o negócio ganha outros contornos: não deve demorar muito para que os oportunistas do modo de vida da esperteza pensem no “slogan” – adotem um viado e deduzam as despesas no imposto de renda, até 100% da receita anual: provavelmente, muitos que só pensam em grana, deverão adotar aquela “espécime”.

A Constituição diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, aqui incluídos os objetivos fundamentais da República de promover o bem estar de todos sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

O fato de não gostarmos de viados e do seu modo de vida, isso não implica seja alcunhado de discriminação; o fato de acharmos inconstitucional o sistema de cotas, sistema eminentemente alimentador do puro racismo e da mediocridade, isso também não implica alcunha discriminatória; no populismo demagógico e oportunista da educação, o Estado não cumpre o seu papel e alimenta, cada vez mais, a mediocridade: índice educacional passado já colocou o País no mesmo nível do Zimbàbue, possivelmente deve estar abaixo do Zimbábue; no mesmo populismo demagógico e oportunista o Estado quer impor à sociedade a normalidade da pederastia e do lesbianismo, inclusive no universo das crianças, em livros escolares, conforme constatado, contestado e denunciado por aquele deputado federal, cujas razões então aduzidas aderimos, e isso, repetimos, nada tem de discriminatório.

Do jeito que a coisa vai, em vez do buteco do Arlindo virar drogaria, o País será o País dos medíocres, quiçá República dos baitolas carentes, algo que esperamos não estar por aqui para presenciar.

Ninguém é obrigado a aceitar o modo de vida de alguém, e nem esse alguém pode impor o seu modo de vida a ninguém, e ninguém é obrigado a aceitar o papel atual do Estado, desagregador, racista e discriminatório, meio fácil de enganar a massa e de manter artificial poder: quem quiser defender os seus direitos constitucionais que o faça, respeitando o próximo e que o Estado ajuste a sua conduta desagregadora e forneça no seu conteúdo racista condições de a “classe” educar-se satisfatória e adequadamente.

Como deveremos entrar em mais um processo de hibernação, que esperamos seja o último, e que retornemos menos zaroio, ficamos por aqui, já que as horas não nos permitem minutos mais de diversão.

Abs.,

JabaNews