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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mediocridade globalizada



A matéria acima – tirada neste fim de semana do Jornal dos Marinho – dá conta de que a mediocridade já se encontra globalizada, ou em vias de .... .

Enquanto discutimos o processo de “imbecilização” em curso no País, a mediocridade alcança berços mais cultos, de respeitáveis intelectos, denotando a infeliz opção da sociedade pela involução e pela corrupção.

JabaNews

2 comentários:

  1. Jaba...

    Da forma como se comporta nossos jornaleiros, não me surpreenderia se a correspondente tiver "copiado e colado" a matéria publicada.
    Se com a ética, conhecimento e cultura existentes na Europa o plágio anda solto, o que pensar das universidades brasileiras onde o mérito reside na cor da pele, no contra-cheque da família e não na capacidade intelectual do aluno; isto tudo sem falar na extrema "capacidade" dos professores com mestrados, doutorados e especialidades adquiridos em cursos de fundo de quintal e com anuência do ministério da educação ou em universidades que, de acordo com avaliação governamental, sequer estariam capacitadas para alfabetizar alguém; as mesmas universidades que o governo insiste em divulgar as notas baixas de avaliação mas não mostra nenhuma atitude na correção dos mesmos.
    Vejo com assombro as propagandas feitas pelo governo e pelas entidades de ensino onde mostram alunos planejando o futuro e jovens recém formados, com um canudo na mão e nenhuma perspectiva de trabalho pq. verdade seja dita, de que adianta a formação sem mercado de trabalho?
    Com a estupidez se mantendo à frente da pasta da educação, com a ética de quadrilheiros mostrada diariamente por nossos políticos e outros seres, talvez a mediocridade seja a melhor forma de se alcançar a presidência da república, um ministério ou um cargo político.

    sicário

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  2. Olá sicário,
    É lamentável - lastimável - que a "sociedade" tenha encontrado na involução e no caminho fácil da corrupção - em certo grau, já sofisticada (conforme sejam os interesses) – o esteio para a mediocridade e para a imbecilidade, já em níveis de excelência.
    Não vai muito tempo aqui, na terrinha, noticiou-se a aquisição de monografias pela “internet”, ficando o dito pelo não dito, laureados quem as adquiriu.
    A reportagem dá conta do que ocorreu com os detentores dos diplomas, após a descoberta do plágio; já no Brasil “culto”, onde proliferam entidades de ensino superior, em poucas horas o protótipo de Einstein é laureado com o “título perseguido” ocupando, ao depois, o respectivo Ministério.
    Lá no blog do Serra, em 19/20 passado, encaminhamos modesta opinião para uma matéria intitulada “Direito à norma culta” (críticas aos “livo” do MEC), que veio a constar da lista de comentários, por alguns minutos e, agora, “no más”. Eis o que comentamos:
    “O direito à norma culta é um direito que se mostra nacional, e até transnacional, internacional, universal, frente à cultura de outros povos, demonstrador da cultura e tradições de determinado povo, na evolução do seu conhecimento. A língua, a norma culta, com suas “regionalidades”, é o que diferencia as nações, permitindo que ocupem os seus espaços na universalidade da convivência, o convívio das diferenças inerentes.
    Buscar um linguajar comum, no “populesco” do errôneo, além do lado “criminal”, é alimentar a ignorância e a falta de respeito aos antecedentes da evolução; vivemos um momento único de induzimento à imbecilidade extrema, por conta da manutenção de artificial poder.
    Após a ocupação do poder pelos “civis”, inicialmente, via colégio eleitoral, por um vice, lá das bandas do Maranhão e, ao depois, por um caçador de “marajás”, seguindo-se uma esquerda “light”, com seus “problemas”, podemos assim dizer e, ao depois, com algo inqualificável que perdura até hoje, passando, antes, por um “fechamento de mandato” por um cara lá de Minas – não vamos falar de política, propriamente dita, pois isso nos envergonha – a educação é uma espiral que ascende ao fundo do inaceitável; críticas quanto aos programas atuais residem naquilo que chamamos de “vazio”: onde anda aquele político, Cristovam Buarque, cuja bandeira era, ou imagina-se que ainda seja, da educação, a se colocar ou se posicionar contra essa ignomínia? Onde ou aonde, durante todos esses anos, a educação mereceu alguma atenção do governo federal, de modo a não se considerar o país como o país da bandidagem e dos imbecis?
    Que nos desculpe as palavras, mas o país caminha para o caminho da ignorância extrema, com as suas conseqüências, e nem “vosmicê”, com a apregoada cultura que demonstra a “nosostros”, conseguiria modificar esse quadro.
    Bem disse Clarice Lispector: ‘não estou gostando desse pacto com a mediocridade de viver’.”
    É isso distinto leitor: um País que não se preocupa com a educação do seu povo, que demonstra cultura, apenas, na arte criminal, em enfadonhos discursos e pronunciamentos recheados, alguns, de falsa erudição “transcritiva citatória”, outros, de pura imbecilidade, e que anda, agora, de braços dados com a mediocridade globalizada, já disseminada por cantões outros além dos citados na matéria.
    Quanto aos jornalistas/jornaleiros, exemplo recente bem demonstra o que nos persegue, fato que aconteceu em pseudo furo de reportagem, envolvendo a primeira noite de Pimenta Neves, atrás das grades, algo parecido com (se realmente não foi tal como perguntado): - O que o Senhor achou da sua primeira noite na cadeia? – seguindo-se descrição da cela, onde o cara dormiu, como dormiu, o que comeu etc.; só faltou esclarecer o canto do cubículo onde o cara desmanchou-se “intestinalmente” falando. Fantástico! Realmente, fantástico!
    Abs.,

    Jaba

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