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terça-feira, 31 de maio de 2011

Nossa Câmara

Como já se não bastassem dois dias na semana para os estafantes trabalhos "dedicados" aos “interesses” do país, restou aprovado - dia 26 - novo Código de Ética para a turma, estabelecendo-se penas alternativas para "os infratores"; ou, como diz o Deputado José Carlos Araújo (PDT-BA), "não tem cabimento ficarmos sempre entre a cassação e a absolvição", "com a mudança no código, vamos sair, pelo menos em parte, da camisa de força em que nos encontramos" (Agência Câmara de Notícias).
É ..., já atingimos os limites do "surrealismo" inaceitável ...  ou não?

JabaNews

2 comentários:

  1. Jaba...

    Vem de encontro à realidade brasileira a expressão "camisa de força" utilizada pelo deputado baiano. Enquanto eles deveriam estar usando, literalmente, a tal camisa, é a parte inteligente e ética do Brasil que está amarrado a falta de caráter das quadrilhas/partidos.
    Estamos amarrados por sermos obrigados a votar e por ter de democraticamente escolher e aturar os candidatos cada vez mais desqualificados em todos os sentidos, que hoje nos apresentam.
    Siceramente, toda a classe política deveria vestir a tal camisa de força e os prédios que ocupam cercados por grades, antes que terminem de transformar este circo que chamam de país num hospício.

    Sicário

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  2. Olá Sicário,
    Em matérias passadas lançamos a idéia do cerco e retomada do “Monte Pindorama”, para posterior hasteamento da bandeira da decência e honestidade e julgamento/execução – rito sumário – daqueles que assaltaram o País - e que ainda continuam assaltando - transformando-o no paraíso da criminalidade explícita.
    Com o êxito da campanha, correríamos o risco de responder a um processo, no qual seríamos acusados de provocar uma hecatombe ambiental, por conta do destino que seria dado às carnes putrefatas, risco que seria assumido de bom grado, com o concurso de digno e, ao que parece já raro individuo, honesto e respeitável (raro na nossa terrinha, diante da máxima “produto do meio”), que possuísse conhecimento de causa na questão ambiental, a fim de que fossem minimizados, ao máximo, os danos à natureza.
    Ficando apenas com a idéia de gradear Pindorama, retirando-se o Poder daqueles que por lá orbitam, certamente contribuiríamos para mais um registro no “Guinness”, qual seja, o do maior Complexo Penitenciário do planeta.
    Mas, deixando-se de lado exposição internacional, a visão da “campanha”, em sua marcha, prolifera na nossa mente, principalmente diante da espontânea confissão do baiano, nas suas baianadas: "não tem cabimento ficarmos sempre entre a cassação e a absolvição", "com a mudança no código, vamos sair, pelo menos em parte, da camisa de força em que nos encontramos".
    Confissão, mais confessa do que essa, no que toca aos interesses escusos na política, é difícil imaginar que venha à luz: deputado, no bom sentido, é para deputar, e não para putaria e para se proteger em “escala de sanções punitivas”.
    E deputar, observados os princípios de índole não criminal, significa desenvolver, com honestidade de propósitos – isso é que é utopia - políticas voltadas para os interesses do País e dos Estados de onde são egressos.
    Defenestrar boa parte dos atuais, continua sendo uma boa idéia, com “51” ou não.
    Abs.,
    Jaba

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