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terça-feira, 31 de maio de 2011

Parido de raiva

Estou parida de raiva”, foi o que ouvimos quando esperávamos, com nossa mulher, a hora adequada de atravessarmos a rua, “som” que veio de um de uma turma de quatro “felizes”, cujas “camisas” só faltavam estampar sigla de conhecida corte.
Desconhecemos as razões da "figura", porquanto, por questão de segurança, nos afastamos para outro canto da calçada, antevendo possíveis momentos de fúria do “espécime” – algo que, visto de longe, se concretizou em espalhafatoso movimento de “asas” e sons “guturais” – e sermos acusados, por oportunistas, de agirmos conforme o "crime atual".
Mas a expressão ficou em nossos neurônios, levando-nos a dizer à nossa mulher - quem está parido de raiva sou eu, com toda essa hipocrisia, idiossincrasia, bandidagem, roubalheira e tais, já disseminadas, espraiadas em todos os cantões do País, nos níveis que não mais comportam qualificação, e que já atingiram os limites extremos do “inaceitável”.
Seguimos para o nosso destino: saborear extraordinária “tinta” do Alentejo, com os acompanhamentos de praxe.
JabaNews

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