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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Comentários do Sicário em "Brasil não é Holanda"

Jaba...

Postagem um tanto tardia mas não posso deixar de comentar.
Realmente Brasil não é Holanda. A bem da verdade, histórica, o mais próximo que chegamos da Holanda foi quando da invasão holandesa e o princípio de uma "colonização" da cia. das índias em território pernambucano. Conjeturando...se holandeses não tivessem sido expulsos de Pernambuco, talvez um certo Luiz Inácio estivesse em sua terra, aposentado por ter realmente trabalhado honestamente e não pregando na América Latrina, as idéias retrógradas de Fidel, o câncer caribenho.
Os brasileiros que tanto falam contra a colonização, em pleno século 21, se portam como coloniais pois insistem em copiar o que as sociedades tem de pior. Se FHC e sua chapação teórica e outros tantos defensores das liberdades, assim como ministros do STF, pensam que ficará nisto estão redondamente enganados. Após esta marcha, outras virão...até que o consumo seja liberado e pq. o próprio STF autorizou qualquer manifestação como sendo de livre pensamento. O STF permite falar mas não consumir; convenhamos qual a diferença entre levar um galho da planta, uma foto ou acender o baseado...? Para quem quer dar o recado, ou melhor, para bom entendedor meia palavra, meia imagem, meio galho bastam. Sinceramente a meu ver, não há diferença alguma!
Uma liberação nos moldes de Holanda e Suíça que, é bom lembrar, estão pensando em rever este posicionamento, depende da integridade de governo e cidadãos que vendem as drogas em seus estabelecimentos. Uma sociedade íntegra formam um país onde leis são cumpridas. Talvez este pequeno detalhe seja o diferencial.
Na falta do que falar, meia dúzia de imbecis, conseguiu com o apoio de decrépitos ex-presidentes e outros aproveitadores, fazer com que o STF parasse para analisar um caso que, sequer deveria ter entrado em pauta. Qualquer viciadinho pode carregar seu baseado sem que seja preso e pelo que vemos nas ruas o consumo é liberado, até pq. a imprensa só fala de crack, como se fosse a única droga existente, e a polícia está mais preocupada em pegar pedras de crack do que combater outros crimes. Num país onde a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e orgãos de fiscalização sequer tem pessoal ou conseguem fiscalizar a venda de remédios controlados, me parece uma estupidez discriminalizar e até liberar o uso de qualquer droga.
Mas em se tratando de Brasil, é bem possível que alguém em Brasília esteja querendo abrir um negócio ou legitimar uma "empresa".

Sicário
19 de junho de 2011

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