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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Comentários do Sicário em "Extradição"


Jaba...

Na tua postagem escreves "hilários rompantes jurídicos". As tres palavras descrevem perfeitamente os pareceres dos doutos menbros do STF onde, com o intuito de dar ares de extrema inteligência e conhecimento, abusam de textos longos e palavras dificeis que é justamente para confundir cansar, enganar o ouvinte, e em alguns pontos, se perdem no texto. Este mesmo artifício também é usado pelos políticos que, é bom lembrar pelos últimos acontecimentos na república de bananas, estão alinhados ao judiciário defendendo interesses que vão contra o desejo da sociedade que representam e que não é ouvida.
Com um povo imbecilizado e frente a livros do MEC onde a matemática é mutilada e o idioma pátrio é idiotizado, fica fácil descobrir pq. juízes, ministros e principalmente políticos repentinamente se transformam em especialistas em todos os assuntos.
Nos tribunais e citando especificamente o STF, caso do criminoso Battisti, juízes e ministros (STF) deliberam sobre leis e seu entendimento delas e é justamente neste ponto que o judiciário se mostra tão criminoso quanto o legislativo e o executivo que, em detrimento de toda ordem, de toda lei, agem pelo seu "conhecimento" das leis e adaptação das mesmas à sua compreensão.
Juízes e ministros (STF), até me provem em contrário, tem opção partidária sim. Logo, pergunto, quantos dos isentos ministros seriam capazes de autodeclarar-se impedidos de julgar o caso Battisti? Sendo assim, não há como acreditar em isenção de apadrinhados que, entre eles, além do duvidoso conhecimento jurídico também tem militantes partidários!
O advogadozinho, que governa o RS, deu um parecer em que, no meu entendimento, afirma que que todo crime de esquerda é um crime político e portanto, isento de punição; logo, ele aprova este tipo de crime e outros que tenham cunho político, desde que de esquerda.
Battisti assassinou um açougueiro, entre outros, assim temos noção da atividade política deste figlio di puttana.
Ministros do STF deveriam, além do conhecimento jurídico, saber pesquisar antes de dar um parecer já que com um pouco de história, poderiam aprender e basear seus pareceres.
Na década de 70 vários grupos terroristas de cunho socialista/comunista infestavam a Europa. Os mais perigosos eram o Baader Meinhoff (na Alemanha) e um grupo terrorista italiano denominado Brigadas Vermelhas que sequestrou e assassinou Aldo Moro. O corpo do político foi encontrado no porta malas de um automóvel, estacionado em uma rua de Roma. No auge da "repressão" italiana, a polícia, a justiça buscou os criminosos. Renato Curcio, um dos criminosos, chefe do bando, foi preso julgado e sentenciado; se não está preso deve ter saído faz pouco tempo da prisão.
Cito este caso para comparar com o de Battisti, Tarso, STF e toda corja de vagabundos que apoia o infeliz.
Já que Tarso alegou, no parecer de asilo de Battisti, que ele sofreria nas mãos do governo italiano, o que seria melhor para aquele governo exterminar um lider terrorista (que foi preso e cumpriu a pena, incólume) ou manter em prisão um vagabundo como Battisti?
Para mim me parece óbvio que se um chefe terrorista fica preso, não é um assassino de civis inocentes que vai sofrer o peso da justiça italiana.
Também é óbvio que Tarso agiu, como ministro, por interesses ideológicos e que no STF há um grupo de imbecis que se acham deuses pois deram seus pareceres baseados na idéia do ministro sem que sequer tenham levado em conta a história contida na história.


Sicário 

Olá Sicário,

A "história contida na história", considerando-se a mediocridade atual ou níveis em que aparentemente ela não existe, têm mostrado, já de bom tempo, que se altera, escancarada e vergonhosamente a história, para se assentar frustrações passadas e retrógadas, diante de um universo apático conhecido por "sociedade", frustações essas travestidas de evolução de conhecimento e sinalizadoras, como querem demonstrar, do amadurecimento democrático.
Lástima! Pura lástima!


Abs.,

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