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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Canção Fibra de Heróis

(essa é a minha, a nossa e a de todos,
bandeira imaculada, símbolo de nossa nação)

Se a Pátria querida for envolvida
Pelo inimigo, na paz ou na guerra
Defende a terra
Contra o perigo
Com ânimo forte se for preciso
Enfrento a morte
Afronta se lava com fibra de herói
De gente brava
Bandeira do Brasil
Ninguém te manchará
Teu povo varonil
Isso não consentirá
Bandeira idolatrada
Altiva a tremular
Onde a liberdade
É mais uma estrela
A brilhar

Musica e Letra: Guerra Peixe

2 comentários:

  1. Jaba...

    Leio esta letra e lembro de canalhas como , Prestes, Niemeyers, Lagos, Amazonas e toda sorte de imbecis que rasgam sua identidade para professar ideologias criminosas.
    Prestes o "pai" de todos os pulhas que hoje estão aí, deveria ser chamado de cavalgadura da esperança pois sempre esteve longe de ser um cavaleiro. Pelos crimes que cometeu, por sua ideologia e por seu servilismo aos soviéticos, serviu mais como cavalo do que como cavaleiro.
    O idolatrado verme lóide declarou certa vez que: se o Brasil estivesse em guerra com a união soviética, não titubearia em pegar armas contra este. Prestes é um exemplo morto, do brasilismo servil aos interesses vermelhos mas tanto amor à Rússia não fez com que os sovietes requeressem sua carcaça lá ser enterrado...o patriótico comunista apodreceu aqui.
    A letra desta canção deve causar náuseas naqueles que ofenderam o Brasil pelas armas, disseminando roubo, ódio, morte.
    Cusa naúseas por ser difícil para eles entender o significado de pátria quando renegaram a deles a ponto de desejar transformar o Brasil num satélite russo-cubano.
    Quem não tem capacidade de amar sua pátria, que morra pela dos outros e que seja lá enterrado.


    abs.

    Sicário

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  2. Olá Sicário,
    Falar nesse bando de vagabundos, vendilhões, oportunistas do sonho do poder eterno, traidores do país, dá nojo; sobre eles já me referi por demais em matérias sobre a OEA e a Comissão da Verdade, e deveriam, como bem acentuastes, serem enterrados nas "pátrias" que tanto amor externaram e expressaram, amor até duvidoso, porque o que mais interessava era o projeto de poder, mesmo que entregassem a Pátria aos que os financiavam, tal como hoje se vê com os prófugos aprendizes de guerrilheiros.
    A letra da canção faz bem ao espírito e, se divulgada como deveria ser, talvez proporcionasse o retorno do civismo aos que já o esqueceram e o incutisse naqueles a quem ainda não foi ensinado ou "apresentado".
    E há uma chance, diante da crise institucional instalada, de retirar aqueles inomináveis do poder, sem ferir preceitos constitucionais, e mandá-los para o lugar que de muito já deveriam estar.
    Abs.,
    Jaba

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