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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Comissão da Verdade

Tenho lido, por esses dias, que o tema Comissão da Verdade retornou à pauta, em meio ao continuismo corruptivo do governo, destacando-se que as Forças Armadas apoiam a instituição da ignomínia, o que, sinceramente, não acredito, e que o governo exige pressa na aprovação do respectivo projeto, já tendo anunciado data para a votação - próximo dia 21.

Seguindo-se as linhas do já noticiado, a intituição daquilo que intitularam de Comissão da Verdade, só tem uma verdade, uma via, uma mão, ou seja, "buscar informações sobre pessoas desaparecidas na ditadura militar", respeitando-se (?) a decisão do Supremo acerca da lei da anistia, desrespeitada pela OEA, em retrógada decisão passada, e pelos próprios atuais do poder, quando esta foi conhecida, além de outros, já citados em matérias anteriores sobre o tema, que surfaram e ainda surfam no inqualificável viés demagógico.

Nessa balada, no que se chama de base governista, se volta a  insistir na tese de punição contra "quem torturou, matou e desapareceu com opositores do regime militar", algo que parece não irá adiante; a questão restringe-se ao Araguaia.

De qualquer forma, o foco da ignomínia, como já mostrado, é o de atingir a quem defendeu a Pátria contra o bando de vagabundos oportunistas e traidores de então e atuais.

E se é assim, e se é verdade que os Militares concordaram com a sua instalação, nos moldes que vem sendo divulgados, é uma boa oportunidade para que as Forças tomem a iniciativa de resgatar a história, vindo lá da década de 30, até às razões que levaram ao último regime militar, mostrando aos nacionais atuais, que não têm nenhum conhecimento dos acontecimentos, a verdade por trás dos movimentos ocorridos, esclarecendo-se das suas ideologias, dos seus financiamentos externos, dos governos que os inspiraram, da traição ao País, dos assassinatos praticados por aqueles prófugos, enriquecendo-se a exposição com filmes e fotos, daqui e acolá, e tudo o mais que se fizer necessário, de modo a que os nacionais atuais tenham pleno conhecimento dos fatos e dos motivos que mobilizaram as Forças na defesa do País e da ordem constituída, contra quem se insurgia contra a sua própria nação, braço que queriam de regime comunista então espalhado pelo mundo.

Isto feito a Comissão será, de fato, Comissão da Verdade e não uma ignóbil Comissão, de uma mão só, a enaltecer bandidos, aprendizes de guerrilheiros, assassinos e traidores, transformando-os em "heróis", desonrando-se àqueles a que a Pátria honraram com suas vidas.

Seguem as reportagens:





JabaNews

2 comentários:

  1. Jaba...

    Verdade histórica ou mentira ideológica?
    A Comissão de meias verdades fatalmente se deparará com a verdade da morte de Mário Kozel Filho (soldado que cumpria o serviço militar obrigatório) e do tnte.da PM-SP Mendes Júnior, morto à coronhadas pelos defensores da liberdade russo-sino-cubana. Sim, defensores da liberdade aqui no Brasil pq. se estivessem em seus adorados países na ideologia que defendem (é no presente mesmo) provavelmente estavam vendados recebendo um tiro na nuca. Os crimes covardes cometidos contras estes jovens, exemplificam as dezenas de brasileiros estrangeiros que morreram, ficaram mutilados, pela mãos de canalhas ideologicamente idiotizados e manipulados.
    Estas verdades é que deveriam ser investigadas e seus agentes levados ao paredão para ser fuzilados pela VERDADE HISTÓRICA e não glorificados pela mentira ideológica.

    abs.

    Sicário

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  2. Olá Sicário,
    "Mentira ideológica" é a que traduz o viés retrógado.
    Que a ignóbil comissão irá se deparar com os crimes mencionados em seus comentários, além de outros, isso não tenho dúvida; acobertá-los, também não tenho dúvida, daí sugerir, sendo verdade o que foi divulgado pela imprensa, que as Forças aproveitem a oportunidade para contar a verdadeira história, desmacarando, de vez, a cambada de prófugos e poltrões e até o MPF no seu reprovável comportamento repugnante e oportunista.
    Conforme foi noticiado em agosto passado, o MPF determinou prioridade na punição civil de agentes responsáveis por mortes e torturas durante o regime militar, além da localização de corpos de desaparecidos políticos, encamihando ofícios às Procuradorias Regionais dos Direitos do Cidadão, destacando que o posicionamento do MPF é o de que as violações de direitos humanos sejam alvo de investigação e de responsabilização - mais um na linha da OEA, dos energúmenos do partido das trapaças, da OAB-RJ e do MP Militar (matérias passadas, a afrontar posição diversa do Supremo (se bem que o Supremo também deixa lá as suas perplexidades).
    Por isso, independentemente do inqualificável a frente da pasta da Defesa e do assessor "mijão" delator, na época conhecido por Geraldo, as Forças devem aproveitar a oportunidade e assumir a forte posição de contar, publicar, editar, expor fotos e filmes, sobre a verdadeira história de traição, covardia e assassinatos praticados por aquela corja repulsiva, aniquilando de vez os que não tenho mais adjetivação.
    Abs.,
    Jaba

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