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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

CCJ do Senado aprova a ignóbil Comissão da Verdade

Matéria do Estadão:
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CCJ aprova criação da Comissão da Verdade

ANDREA JUBÉ VIANNA - Agência Estado
19 de outubro de 2011 | 14h 53
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje o parecer do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) ao projeto de lei do Executivo que cria a Comissão da Verdade, que investigará graves violações de direitos humanos, ocorridas no período de 1946 a 1988. O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciou que vai pedir que o projeto tramite em regime de urgência, seguindo diretamente ao plenário. Jucá tem o apoio de todos os líderes partidários, da base aliada e da oposição.
O tucano manteve o texto aprovado pelos deputados, que teve a redação final costurada na Câmara com os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e dos Direitos Humanos, Maria do Rosário. O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) deve apresentar uma emenda para ampliar o prazo dos trabalhos da comissão, que será de apenas dois anos. E o senador Pedro Taques (PDT-MT) contesta a abertura para que um membro das Forças Armadas, eventualmente, seja indicado para compor a comissão. Taques promete apresentar emenda para proibir que militares integrem a comissão.
Aloysio cogitou restringir o prazo de investigação para o período do regime militar, de 1964 a 1985, mas preferiu manter a versão da Câmara, que preservou o texto original do Executivo. Entidades da sociedade civil de defesa dos direitos humanos alegam que o período - 1946 a 1988 - é muito abrangente e pode dispersar o trabalho da comissão.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Evolução histórico-ideológica


Matéria do nosso outro blog, Contraponto - Respeito e Honra:

À época em que desenvolviam suas "cartilhas" de atentados subversivos contra o País aprenderam, nas doutrinas comunistas, como assaltar bancos para financiarem seus atos criminosos; hoje, no poder, por conta de um apagão nacional, e do apoio de interesses escusos, assaltam aos cofres públicos para financiarem a si próprios.

Piada em foco, II: seus reflexos

Matéria do Estadão:
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Fifa e CBF pretendem isolar ministro do Esporte

17 de outubro de 2011 | 11h 23

JAMIL CHADE - Agência Estado
A Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) usam a crise que assola o Ministério dos Esportes por conta das acusações contra o ministro Orlando Silva para reconquistar espaço que havia sido ocupado pelo governo na definição de leis da Copa do Mundo de 2014 e impor suas exigências.
Na semana considerada como a mais crítica para a definição do Mundial no Brasil, o governo não foi sequer convidado a participar dos encontros em Zurique que começam hoje. O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ainda levará propostas que driblam a posição do governo e a situação fragilizada de Orlando Silva já abre espaço para que as posturas defendidas pelo governo enfrentem uma dura resistência.
Como o Estado revelou ontem, a cúpula da Fifa teme que o novo escândalo envolvendo o Ministério dos Esportes cause problemas para a definição de leis fundamentais para a Copa. A manobra da Fifa e da CBF, portanto, é a de isolar Orlando Silva e reduzir sua influência. Segundo fontes na Fifa, essa estratégia já começou a ser implementada.
Nesta semana, a Fifa anunciará as sedes da Copa, a agenda de jogos e a Copa das Confederações. Apesar de toda a pressão política, o governo federal sequer foi convidado a participar das reuniões.
Em Zurique, o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, já vinha evitando ter de negociar com o ministro. Agora, a tendência é de que seu peso nas decisões seja reduzido. Valcke não entendeu até hoje porque o ministro apresentou um projeto da Lei Geral da Copa no início do ano e, meses depois, modificou a proposta.
Na Fifa, Orlando Silva é visto como um obstáculo aos interesses da entidade. Não por acaso, a crise no ministério chegou a ser comemorada em Zurique.
Sem poder. Na prática, medidas que foram sugeridas pelo ministério já começam a ser desafiadas. Ao contrário do que o ministro indicou à presidente Dilma Rousseff, a Fifa não irá aprovar nove sedes para a Copa das Confederações de 2013. Fontes na entidade garantem que serão apenas cinco ou seis e que levar o torneio para Cuiabá ou Manaus encareceria ainda mais o evento. A Copa das Confederações jamais deu lucros para a Fifa e a meta agora é a de reduzir custos.
Na Fifa, o alto escalão acusava Orlando Silva de tentar ampliar o torneio, justamente para garantir benefícios financeiros e políticos a outras prefeituras.
Outra posição defendida pelo governo e que passa a ser minada é a da meia-entrada para os ingressos da Copa. Teixeira vai propor que essa exigência do governo seja limitada a apenas alguns jogos e setores do estádio.
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Piada em foco

Matéria do Estadão:
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PF abrirá inquérito para investigar denúncias contra Ministério do Esporte

Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que determinará a investigação de denúncias de pagamento de propina; Dilma evitou falar sobre situação de Orlando Silva

17 de outubro de 2011 | 10h 41

Bruno Boghossian e Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo

O Ministério da Justiça vai determinar à Polícia Federal que abra inquérito para investigar as denúncias de pagamento de propina no Ministério do Esporte. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a decisão foi tomada a partir de um pedido do ministro do Esporte, Orlando Silva, citado como beneficiário de um esquema de corrupção relatado pelo policial militar João Dias, revelado pela revista Veja.
Cardozo destacou que Orlando Silva se dispôs a abrir seus sigilos telefônicos e bancários para contribuir com a investigação. "Obviamente, este gesto nos ajuda na medida em que há uma intenção clara do ministro em uma apuração, que será feita de forma rigorosa e aprofundada pelos órgãos da PF que serão responsáveis pelo caso", afirmou Cardozo nesta segunda-feira, 17. O ministro da Justiça acrescentou que o PM que fez a denúncia será ouvido pela PF.
O militar João Dias, e ex-militante do PC do B, mesmo partido do ministro, comanda a Associação João Dias de Kung Fu e é presidente da Federação Brasiliense da modalidade. As duas entidades firmaram convênios com o Ministério do Esporte. Segundo Dias, o esquema existe desde a gestão de Agnelo Queiroz, atual governador do Distrito Federal, quando Orlando respondia pela secretária executiva do ministério.
Orlando Silva rebateu as críticas e afirma que se trata de jogo político contra ele. Já envolvido em denúncias de desvios de dinheiro público no ministério, Orlando Silva ficou em situação delicada no governo. Nesta segunda, na África do Sul, a presidente Dilma Rousseff não quis responder perguntas da imprensa brasileira sobre o futuro do ministro.
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domingo, 16 de outubro de 2011

Cruzadas na apologia criminosa da mentira

Já tinha me pronunciando quanto à distribuição, para milhões de alunos, de um criminoso CD-rom, com infame alteração da história, enaltecendo os vagabundos que queriam tomar o poder pelas armas; quanto à decisão da OEA vitimando aqueles vagabundos, na questão do Araguaia; quanto às manifestações da OAB/RJ, do MP Militar e da PGR, na mesma linha hipócrita; quanto a provas da PGR, igualmente hipócritas; quanto á ignóbil comissão da verdade, vindo até a falar, no caudilho do Sul, relativamente ao grupo dos 11, cuja marcha queria empreender à semelhança, nas suas palavras, da guarda vitoriosa revolucionária soviética de 1917 (vejam onde o homem foi se abeberar).

Mas, ainda, não tinha falado, em encontrar a apologia criminosa da inverdade, em uma revista de palavras cruzadas, por muitos utilizada em seus momentos pessoais de lazer.

A capa da revista encontra-se acima (Letrão Difícil nº 145, 09/2011) , onde constou, nas "cruzadas", de pág. 34, o seguinte: "Guerrilha do (?); episódio da luta contra a ditadura militar nos anos 70" (guardei comigo a página 34). 

Não há mais freio para a contaminação ideológica; a guerrilha do Araguaia não se constituiu em "episódio de luta contra a ditadura militar", mas episódio de luta armada contra o Pais, tendente a desestabilizá-lo e a subverter a ordem. Os intentos foram sempre o da tomada do poder pelas armas, no viés comunista que ditava o comportamento daqueles poltrões, alienados dos costumes e da moral.

A revista teve o destino que merecia: o lixo.

CVM e o mercado futuro de juros


A matéria é do Valor Econômico:


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CVM confirma investigação no mercado de juros futuros
RIO – A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) confirmou que investiga movimentações atípicas no mercado futuro de juros ocorridas na última semana de agosto. Naquela semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado com um corte de meio ponto percentual da taxa básica de juro, para 12% ao ano.
“O contrato futuro de taxas de juros é um valor mobiliário, negociado em bolsa, cujo acompanhamento está na competência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A Autarquia acompanha regularmente a movimentação deste mercado”, informou por email a assessoria de imprensa da CVM, que não deu mais detalhes da investigação, reiterando sua posição de “não comentar investigações em curso”.
O Banco Central não comenta as investigações da CVM, mas lembra que desde 2001 é da competência da autarquia fiscalizar o mercado de derivativos. A lei 10.303, de outubro daquele ano, determinou que as negociações e intermediação no mercado de derivativos serão “disciplinadas e fiscalizadas” pela CVM.

(Marcelo Mota | Valor)
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Quando se fala em movimentações atípicas o que vêm à mente são as famosas "insides informations", de muito tempo conhecidas no mercado financeiro, quer daqui ou lá de fora, sem muito estardalhaço na divulgação e investigação.

O que chama a atenção, pelo menos para mim, não é o fato do provável envolvimento de gente do BC, por trás das movimentações atípicas, mas uma série de atos criminosos que vêm sendo divulgados, praticamente, diariamente, nestes quase 8 anos e 10 meses de um "ilegítimo" governo, sem precedente no assalto aos cofres públicos e no aniquilamento de valores e princípios.

Nos já passados 8 anos, as hostes se lambuzaram extraordinária e desavergonhadamente nos cristais da criminalidade, com a complacência e colaboração explícita dos poderes constituídos e de boa parcela da sociedade e, a tal ponto eclodiram na continuidade que, no seio da própria quadrilha, se exigiu certo "freio" satisfativo para a massa manobrável de eleitores e, o mais importante, para àqueles que da quadrilha se beneficiam. 
Posso até, diante de mentes e olhos mais esclarecidos, está errado ou delirando, mas toda esta divulgação de denúncias e de investigação, não passa de adrede propaganda para trazer respeito a quem não tem e não merece, tirando de foco a turma de prófugos, para que possa continuar flanando por aí.

E isso soa evidente quando, reportagem de ontem, dando conta de que a atual expoente, se encontrava em Porto Alegre, cumprindo compromissos políticos relacionados com o Pacto Sul do Programa Brasil sem Miséria e com a realização de obras de mobilidade urbana para a POA, cuidou, a reportagem, não de refletir o compromisso político, mas a destacar passagem da entrevista coletiva então concedida , na qual  se asseverou apoiar a marcha da corrupção.

É totalmente desnecessário a quem preside um País afirmar que apóia movimentos contra atos criminosos, salvo, evidentemente, propaganda para se resgatar imagem inexistente, diante de um País já submerso e submisso ao covil central, com seus reflexos em toda extensão territorial e organizacional.

Segue a reportagem:


Quanto à CVM, resta aguardar para ver no que vai dar.

sábado, 15 de outubro de 2011

AGU x Auditor Fiscal


Política e Economia - 03/10/2011

Combate à corrupção

AGU pede bloqueio de bens de auditor fiscal no valor de R$ 32 milhões por enriquecimento ilícito


por Ascom/AGU

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou, na Justiça, com ação de improbidade administrativa com pedido do bloqueio de bens no valor de R$ 32 milhões, contra auditor fiscal da Receita Federal do Brasil, sua mãe, a ex-mulher, a atual companheira, por enriquecimento ilícito. Ele solicitava e recebia vantagens indevidas de contribuintes, cobrava tributos indevidos e intermediava interesses privados perante a administração. 

Em sindicância patrimonial realizada pela Receita Federal, foi constatado que o servidor teria adquirido patrimônio muito superior a renda recebida, o qual, segundo estimativa, somaria R$ 32 milhões. O caso foi acompanhado pelo Escritório de Corregedoria da Receita Federal do Brasil na 4ª Região Fiscal (Eescor04) e pela Procuradoria Regional da União na 5ª Região (PRU5), com sede em Recife (PE), órgão da Procuradoria-Geral da União (PGU) da AGU. 


A PRU5, durante a sindicância da Receita, atuou judicialmente para garantir o acesso da Corregedoria às informações protegidas por sigilo legal, como dados bancários e telefônicos. Na Justiça federal, conseguiu decisões liminares e autorização para o compartilhamento das provas colhidas no inquérito policial, aberto pela Polícia Federal para apurar o caso.
Após o acesso aos dados, a procuradoria concluiu que existem provas suficientes de enriquecimento ilícito do servidor, que já foi preso pela PF na "Operação Incongruência", por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e crimes contra a Administração Federal. 
Na ação, ressaltou que o Supremo Tribunal Federal já decidiu que é possível a utilização de provas colhidas na esfera penal em ações de improbidade administrativa. Também esclareceu que "a indisponibilidade de bens serve apenas como garantia ao órgão público de que obterá o resultado útil do processo, caso a ação seja julgada procedente, não causando qualquer prejuízo ao réu, que continua com a posse dos seus bens". 
A PRU5 pede a indisponibilidade dos bens dos réus até o valor de R$ 32.419.363, 65, pelos sistemas BacenJud e RenaJud. Na ação, estão listados os imóveis em nome dos réus, que somam 34 propriedades, entre casa, apartamentos e terrenos. 
O processo corre em sigilo na 24ª Vara da Subseção de Caruaru (PE).
Ref.: Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa nº 0001541-32.2011.4.05.8302


(A Boca do Povo)
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Não há para onde se olhe no País em que não corra bandalheira e roubalheira desenfreada, e aqui não se fala no "núcleo central", que já deve estar sendo considerado como o maior covil em atividade do planeta.
O sigilo aplicado ao processo, como informa a reportagem, sugere demasiada proteção aos interesses criminosos em julgamento, inservível aos que em verdade merecem proteção.
Quanto ao "núcleo central", está na hora de mandá-lo para as "calendas", com todo o seu aparato.

Na defesa dos interesses indígenas

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MPF/TO recomenda paralisação do processo

Edição Nº 999 - 09/10 a 15/10/2011

O Ministério Público Federal no Tocantins recomendou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que paralise imediatamente o andamento do processo de licenciamento ambiental da UHE de Serra Quebrada, determinando seu arquivamento e comunicando ao empreendedor a impossibilidade legal de construção da obra.
Também é recomendado à Fundação Nacional do Índio (Funai) que não pratique atos relacionados ao licenciamento, não emitindo contribuições para o termo de referência ou qualquer outro documento direcionado a viabilizar o empreendimento ou mesmo seus estudos ambientais e socioeconômicos. Ao empreendedor do projeto, Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A (Eletronorte) é recomendada a abstenção em dar sequência ao projeto de construção da usina.

Fiscalização
A medida é parte de inquérito civil público que tramita na Procuradoria da República no Tocantins, instaurado para fiscalizar o licenciamento ambiental da UHE de Serra Quebrada, projetada para ser construída no rio Tocantins entre os municípios de Itaguatins (TO) e Governador Edson Lobão (MA).
O licenciamento ambiental do empreendimento é conduzido pelo Ibama, que já emitiu o termo de referência para elaboração do estudo de impacto ambiental. Em razão do impacto direto sobre a terra indígena Apinajé, no município de Tocantinópolis (TO), a Funai é parte integrante do processo de licenciamento ambiental. Caso instalado, o reservatório irá inundar 15% da terra indígena.

Inconstitucional
A recomendação considera que a execução da obra, caso autorizada, representará violação direta ao artigo 231 da Constituição Federal, uma vez que a inundação do território indígena ocasionará perda da posse da comunidade indígena sobre parte significativa de seu território, impedindo o usufruto dos recursos naturais nele existentes.

(Primeira Página)

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Mãe estressada


CUIDADO COM OS FILHOS BURROS... TRATE-OS BEM...

MÃE ESTRESSADA
A mãe estressada pede ao filho p'ra ligar p'ro celular do pai, avisando a hora do jantar.

- E aí? O que o teu pai disse? Já vem?
- Já liguei três vezes, mãe, mas só atende uma mulher.
- Aaaah..., deixa comigo! Aquele cachorro vai ver, vai perder o focinho quando chegar em casa!

O pai aparece na frente da casa, ela parte prá cima e aplica a maior surra, com tudo o que encontra à disposição: vassoura,
frigideira, panela, lixeira...

Os vizinhos correm pra tirar o sujeito daquela muvuca e a mulher muito irada, espraguejando, continua arremessando coisas, enquanto a ambulância não chega...

E ela não alivia e continua:

- Safado, cafajeste, filho da..., ainda vou te matar !
- Vem cá, filho! Diz aqui prá todo mundo o que foi que aquela vagabunda falou prá você no telefone!
- Ela disse: "o número para o qual você ligou encontra-se desligado ou fora da área de cobertura"

JB 01,
por e-mail

Bom fim de semana



Descrição:
http://1.bp.blogspot.com/_uqRLzBLiAF0/TRg0n44P9rI/AAAAAAAADEo/V7K1WEnWCBg/s400/brinde.jpg
“Um brinde aos nossos defeitos,
porque as nossas qualidades…
f.d.p. nenhum reconhece!!!”

JB 01,
por e-mail


Ministro, com nome de cantor, tenta afinar as cordas vocais


Matéria  da Veja:

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Ministro Orlando Silva rebate acusação e se diz 'perplexo'

Segundo policial militar, ministro do Esporte recebeu propina no ministério

Orlando Silva, ministro do Esporte



"Um bandido fala e eu que tenho que provar que não fiz, meu Deus?”, afirmou o comunista, informando que vai processar o policial
O ministro do Esporte, Orlando Silva, rebateu as acusações de foi o mentor e beneficiário de um esquema de desvio de dinheiro do programa Segundo Tempo. Na edição que chega neste sábado às bancas, a revista VEJA traz uma entrevista com o policial João Dias Ferreira, um militante do PC do B que também é dono de uma ONG que sumiu com 2 milhões de reais que deveriam ter sido usados na compra material esportivo e alimentos para crianças carentes.
De Guadalajara, no México, onde participou da cerimônia de abertura dos Jogos Panamericanos, Orlando Silva se disse chocado com a denúncia e classificou o denunciante como “bandido”. O ministro afirmou que tinha conhecimento de que o policial ameaçara fazer denúncias públicas envolvendo sua pasta e admitiu ter recebido João Dias no ministério, a pedido de seu antecessor na pasta e atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz.
“Confesso que eu estou chocado”, disse. “Estou estupefato, perplexo. Um bandido fala e eu que tenho que provar que não fiz, meu Deus?”, afirmou o comunista, informando que vai processar o policial.
O ministro disse que sabia das ameaças do policial há algum tempo. “Durante um ano esse sujeito procurou gente do ministério e fez ameaça, insinuação. E qual foi a nossa posição? Amigo, denuncie, fale o que você quiser. Por quê? Porque como nós temos convicção de que o que foi feito foi o correto, nós não tememos. E falávamos para ele: não nos interessa. Ele falava que existia um dossiê, que ia denunciar... A resposta era: faça, procure o Ministério Público, a polícia, a justiça, faça o que você quiser fazer”, afirmou.
Indagado sobre a razão pela qual o ministério não comunicou as ameaças à polícia, o ministro disse que “imaginou” que um de seus subordinados pudesse ter levado o assunto às autoridades competentes. “Chegamos a falar sobre essa hipótese.”
O ministério não registrou queixa das ameaças nem da agressão física que o próprio policial diz ter cometido contra Júlio Filgueira, ex-secretário nacional de Esporte Educacional do ministério. João Dias disse ter dado socos e coronhadas em Filgueira, nas dependências da secretaria.
Sobre o encontro que teve com o soldado, Orlando Silva explicou: “Estive com ele uma única vez, quando o Agnelo recomendou que eu recebesse ele, que era presidente de uma federação esportiva em Brasília e ele propôs fazer a tal parceria com o programa Segundo Tempo. Foi no gabinete, em audiência. Não foi num lugar escuso, sombrio. E quando ele não cumpriu aquilo que estava determinado, eu assinei a Tomada de Contas Especial, eu mandei para o Tribunal de Contas apurar”, declarou.
Orlando Silva desafiou o policial a provar o que diz e sugeriu que o militar, seu colega de partido, enriqueceu às custas de corrupção. “Vale a pena olhar qual é a minha declaração de renda, qual é meu patrimônio, qual é minha conta bancária e qual é a dele”. Por fim, emendou, enigmático: “Qual é a (conta) dele e de outras pessoas que têm relação (com o soldado)”.

Apesar de sua assessoria ter sido procurada na quinta-feira por VEJA, só após o fechamento da revista, na noite de sexta-feira, é que Orlando Silva fez contato com a reportagem. Antes, seus assessores haviam pedido que as perguntas fossem encaminhadas por escrito.

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Ministro, com nome de cantor, no semitom da corrupção

A matéria é da Veja:
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Militante do PCdoB acusa Orlando Silva de montar esquema de corrupção

Segundo o policial militar João Dias Ferreira, ministro do Esporte recebeu propina nas dependências do ministério

As fraudes no programa Segundo Tempo são investigadas há mais de três anos, mas é a primeira vez que o ministro é apontado diretamente como mentor das irregularidades


No ano passado, a polícia de Brasília prendeu cinco pessoas acusadas de desviar dinheiro de um programa criado pelo governo federal para incentivar crianças carentes a praticar atividades esportivas. O grupo era acusado de receber recursos do Ministério do Esporte através de organizações não governamentais (ONGs) e embolsar parte do dinheiro. Chamava atenção o fato de um dos principais envolvidos ser militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), ex-candidato a deputado e amigo de pessoas influentes e muito próximas a Orlando Silva, o ministro do Esporte. Parecia um acontecimento isolado, uma coincidência. Desde então, casos semelhantes pipocaram em vários estados, quase sempre tendo figuras do PCdoB como protagonistas das irregularidades. Agora, surgem evidências mais sólidas daquilo que os investigadores sempre desconfiaram: funcionava dentro do Ministério do Esporte uma estrutura organizada pelo partido para desviar dinheiro público usando ONGs amigas como fachada. E o mais surpreendente: o ministro Orlando Silva é apontado como mentor e beneficiário do esquema.

Em entrevista a VEJA, o policial militar João Dias Ferreira, um dos militantes presos no ano passado, revela detalhes de como funciona a engrenagem que, calcula-se, pode ter desviado mais de 40 milhões de reais nos últimos oito anos. Dinheiro de impostos dos brasileiros que deveria ser usado para comprar material esportivo e alimentar crianças carentes, mas que acabou no bolso de alguns figurões e no caixa eleitoral do PCdoB. O relato do policial impressiona pela maneira rudimentar como o esquema funcionava. As ONGs, segundo ele, só recebiam os recursos mediante o pagamento de uma taxa previamente negociada que podia chegar a 20% do valor dos convênios. O partido indicava desde os fornecedores até pessoas encarregadas de arrumar notas fiscais frias para justificar despesas fictícias. O militar conta que Orlando Silva chegou a receber, pessoalmente, dentro da garagem do Ministério do Esporte, remessas de dinheiro vivo provenientes da quadrilha: “Por um dos operadores do esquema, eu soube na ocasião que o ministro recebia o dinheiro na garagem” (veja a entrevista na edição de VEJA desta semana). João Dias dá o nome da pessoa que fez a entrega. Parte desse dinheiro foi usada para pagar despesas da campanha presidencial de 2006.
O programa Segundo Tempo é repleto de boas intenções. Porém, há pelo menos três anos o Ministério Público, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União desconfiam de que exista muita coisa além da ajuda às criancinhas. Uma das investigações mais completas sobre as fraudes se deu em Brasília. A capital, embora detentora de excelentes indicadores sociais, foi muito bem aquinhoada com recursos do Segundo Tempo, especialmente quando o responsável pelo programa era um político da cidade, o então ministro do Esporte Agnelo Queiroz, hoje governador do Distrito Federal. Coincidência? A investigação mostrou que não. A polícia descobriu que o dinheiro repassado para entidades de Brasília seguia para entidades amigas do próprio Agnelo, que por meio de notas fiscais frias apenas fingiam gastar a verba com crianças carentes. Agnelo, pessoalmente, foi acusado de receber dinheiro público desviado por uma ONG parceira. O soldado João Dias, amigo e aliado político de Agnelo, controlava duas delas, que receberam 3 milhões de reais, dos quais dois terços teriam desaparecido, de acordo com o inquérito. Na ocasião, integrantes confessos do esquema concordaram em falar à polícia. Contaram em detalhes como funcionava a engrenagem. O soldado João Dias, porém, manteve-se em silêncio sepulcral — até agora.
Na entrevista, o policial afirma que, na gestão de Agnelo Queiroz no ministério, o Segundo Tempo já funcionava como fonte do caixa dois do PCdoB — e que o gerente do esquema era o atual ministro Orlando Silva, então secretário executivo da pasta. Por nota, a assessoria do governador Agnelo disse que as relações entre ele e João Dias se limitaram à convivência partidária, que nem sequer existe mais. VEJA entrevistou também o homem que o policial aponta como o encarregado de entregar dinheiro ao ministro. Trata-se de Célio Soares Pereira, 30 anos, que era uma espécie de faz-tudo, de motorista a mensageiro, do grupo que controlava a arrecadação paralela entre as ONGs agraciadas com os convênios do Segundo Tempo. “Eu dirigia e, quase todo mês, visitava as entidades para fazer as cobranças”, contou. Casado, pai de seis filhos, curso superior de direito inconcluso, Célio trabalha atualmente como gerente de uma das unidades da rede de academias de ginástica que o soldado João Dias possui. Célio afirma que, além do episódio em que entregou dinheiro ao próprio Orlando Silva, esteve pelo menos outras quatro vezes na garagem do ministério para levar dinheiro. “Nessas vezes, o dinheiro foi entregue a outras pessoas. Uma delas era o motorista do ministro”, disse a VEJA. O relato mais impressionante é de uma cena do fim de 2008. “Eu recolhi o dinheiro com representantes de quatro entidades aqui do Distrito Federal que recebiam verba do Segundo Tempo e entreguei ao ministro, dentro da garagem, numa caixa de papelão. Eram maços de notas de 50 e 100 reais”, conta.
Célio afirma que um dirigente do PCdoB, Fredo Ebling, era encarregado de indicar a quem, quando e onde entregar dinheiro. “Ele costumava ir junto nas entregas. No dia em que levei o dinheiro para o ministro, ele não pôde ir. Me ligou e disse que era para eu estar às 4 e meia da tarde no subsolo do ministério e que uma pessoa estaria lá esperando. O ministro estava sentado no banco de trás do carro oficial. Ele abriu o vidro e me cumprimentou. O motorista dele foi quem pegou a caixa com o dinheiro e colocou no porta-malas do carro”, afirma. Funcionário de carreira do Congresso Nacional, chefe de gabinete da liderança do partido na Câmara dos Deputados, Fredo Ebling é um quadro histórico entre os camaradas comunistas. Integrante da Secretaria de Relações Internacionais do PCdoB nacional, ele foi candidato a senador e a deputado por Brasília. Em 2006, conseguiu um lugar entre os primeiros suplentes e, no final da legislatura passada, chegou a assumir por vinte dias o cargo de deputado federal. João Dias diz que Fredo Ebling era um dos camaradas destacados por Orlando Silva para coordenar a arrecadação entre as entidades. O policial relata um encontro em que Ebling abriu o bagageiro de seu Renault Mégane e lhe mostrou várias pilhas de dinheiro. “Ele disse que ia levar para o ministro”, afirma. Ebling nega. “Eu não tinha esse papel”, diz. O ex-deputado diz que conhece João Dias, mas não se lembra de Célio.
A lua de mel do policial com o ministério e a cúpula comunista começou a acabar em 2008, quando passaram a surgir denúncias de irregularidades no Segundo Tempo. Ele afirma que o ministério, emparedado pelas suspeitas, o deixou ao léu. “Eu tinha servido aos interesses deles e de repente, quando se viram em situação complicada, resolveram me abandonar. Tinham me prometido que não ia ter nenhum problema com as prestações de contas.” O policial diz que chegou a ir fardado ao ministério, mais de uma vez, para cobrar uma solução, sob pena de contar tudo. No auge da confusão, ele se reuniu com o próprio Orlando Silva. “O Orlando me prometeu que ia dar um jeito de solucionar e que tudo ia ficar bem”, diz. O ministro, por meio de nota, confirma ter se encontrado com o policial. Diz que o recebeu em audiência, mas nega que soubesse dos desvios ou de cobrança de propina. “É uma imputação falsa, descabida e despropositada. Acionarei judicialmente os caluniadores”, afirmou o ministro, em nota.
Em paralelo às investigações oficiais, João Dias respondeu por desvio de conduta na corporação militar. A Polícia Militar de Brasília oficiou ao ministério em busca de informações sobre os convênios. A resposta não foi nada boa para o soldado: dizia que ele estava devendo 2 milhões aos cofres públicos por irregularidades nas prestações de contas. João Dias então subiu o tom das ameaças. Em abril de 2008, quando foi chamado à PM para dar satisfações e tomou conhecimento do ofício, ele procurou pessoalmente o então secretário nacional de Esporte Educacional, Júlio Cesar Filgueira, para tirar satisfação. O encontro foi na secretaria. O próprio João Dias conta o que aconteceu: “Eu fui lá armado e dei umas pancadas nele. Dei várias coronhadas e ainda virei a mesa em cima dele. Eles me traíram”. Júlio Filgueira, também filiado ao PCdoB de Orlando Silva, era responsável por tocar o programa. A pressão deu certo: o ministério expediu um novo ofício à Polícia Militar amenizando a situação de Dias. O documento pedia que fosse desconsiderado o relatório anterior. A agressão que João Dias diz ter cometido dentro da repartição pública passou em branco. “Eles não tiveram coragem de registrar queixa porque ia expor o esquema”, diz o soldado. Indagado por VEJA, o gabinete de Orlando Silva respondeu que “não há registro de qualquer agressão nas dependências do Ministério do Esporte envolvendo estas pessoas”. O ex-secretário Júlio Filgueira, que deixou o cargo pouco depois da confusão, confirma ter recebido o policial mas nega que tenha sido agredido. “Ele estava visivelmente irritado, mas essa parte da agressão não existiu”, diz. A polícia e o Ministério Público têm uma excelente oportunidade para esclarecer o  que se passava no terceiro tempo no Ministério do Esporte. As testemunhas, como se viu, estão prontas para entrar em campo.

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Da Coluna do Anselmo: Cara-de-pau

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Enviado por Gabriel Souza - 
14.10.2011
 | 
20h52m

POUCAS PALAVRAS

Cara-de-pau


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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Divulgando Convite Ternuma

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Sede da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil: SGAN Quadra 913, Conjunto F - Brasília/ DF.

Festa de Nossa Senhora

Retornamos, dia 12 pela noite, da celebração em homenagem à Nossa Senhora, lá no canto onde possuímos pequeno pedaço de terra.
A celebração é simples, as pessoas são simples, mas carregam a beleza da simplicidade e da "cultura" que muitos que se julgam cultos não possuem.
Alguns proprietários, de outros pedaços de terra, também colaboram com a celebração e com a distribuição de doces, salgados e brinquedos para as crianças e almoço para os adultos.
A seguir, algumas fotos da homenagem que faz bem ao espírito.





(a construção ao lado é o pátio coberto da Igreja)










Eis o que nos alegra. 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Comentários do Sicário em "Ainda chegaremos aos Quarenta"

Jaba...

Já nas décadas de 70, 80 se falava no bipartidarismo do Brasil como não sendo democrático já que, naquela época, havia somente a ARENA e o MDB (governo e oposição).
Quer a canalha esquerdopata brasileira goste ou não, a maior democracia do mundo, os EUA, funciona somente com 2 partidos políticos, o Republicano e o Democrata; e funciona muito bem. Se atentarmos ao manifesto antidemocrático e criminoso de Marighella a favor da violência para a tomada de poder (publicada no teu blog: contraponto-respeito e honra) ali há uma citação crítica ao MDB por este estar servindo à burguesia. Isto demonstra que para a esquerda criminosa 2 partidos não interessava (e não interesssa) mas hoje é conveniente pq. a proliferação de partidos é a melhor forma que há para a tomada de poder pelo voto; se não for assim como explicar que o PT tenha várias facções que vão da mais ao centro à mais radical de esquerda? E pelo lado da esquerda ainda existam PCB,PCdoB, PSOL, PCO, PSTU, para citar somente os declaradamente esquedopatas. É notório e sabido que a existência de todos eles tem um único fim que é a implantação do comunismo como "forma de governo" ou a ditadura do proletariado.
Aos olhos de quem não enxerga a diversificação de tendências e correntes políticas pode denotar democracia mas com um olhar mais atento podemos ver que a proliferação partidária pode se resumir numa frase:

"dividir para conquistar"

abs.

Sicário

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ainda chegaremos aos Quarenta

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Não demora muito chegaremos ao número de quarenta partidos (talvez, com 29, já estejamos no guinness ou próximo dele), a subtraírem numerário dos cofres públicos para sua manutenção, o famigerado fundo partidário. E ainda falam em financiamento público para eleições.

Não vamos nos deter nos nomes dos integrantes do tal Partido Pátria Livre, e nem nas imbecilidades ideológicas, posto que não merecem linhas, mínimas que sejam.

O que interessa da matéria é que o pluralismo político, assegurado pela Constituição, tornou-se fabulosa anarquia de interesses escusos, como bem demonstram recentes debates no Congresso, relativos ao troca-troca de legenda. Nas palavras do deputado Luciano Castro (PR-RR): "Como vamos mudar todo o sistema eleitoral e não permitir uma janela para que o parlamentar possa mudar de partido? Isso seria decretar a morte súbita de vários parlamentares, que precisam mudar de legenda para sobreviver politicamente com as novas regras."

Sem ofensas, evidentemente, a morte súbita a que se refere o deputado seria bem vinda.



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A democracia, na excelência de sua acepção, impõe limites ao seu exercício, justamente para que não se caia no que se chama de "excesso de democracia", cancro silencioso destrutivo e perene dos valores e princípios, realmente democráticos, que balizam uma Nação.

A seguir esses passos, a anarquia está próxima, não a anarquia criminosa que já aniquila o País diariamente, mas a anarquia em sentido político, a ficção comunista.

As últimas linhas podem ser vista como puro ceticismo, porquanto, o absolutismo, que aqui já impera, não permitiria que se chegasse àquele ponto; a anarquia ali referida é para idiotas, apesar de muitos andarem por aí se lambuzando nas hostes escusas, os cristais criminais, arrotando retrocessos ideológicos.

Mas se o caso é o de se criar um partido (não nos agrada agremiações partidárias), poder-se-ía criar o da Consciência Republicana, belo nome, bela agremiação, que não teria assim tantas dificuldades em fazer frente àqueles pústulas, mormente quando o registro definitivo do 29º é concedido sem os estardalhaços e os apelos de atropelo procedimentais para o 28º, aquele do Kassab.
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Falando em anarquia criminosa, uma das últimas veio lá do bolsa pesca que, mesmo com todas suas negligentes e criminosas irregularidades, ainda será beneficiado com um aumento de 26%  para 2012, ano do "juízo final" no calendário maia, no conceito dos apanhados pela histeria profética.

Como se tem bolsa para tudo que é lado, bem que se poderia criar a bolsa da vergonha, bolsa que não acarretaria nenhuma despesa para os cofres públicos, pelo contrário, a evitaria.

Já dissemos em matérias passadas que, para isso, basta cumprir a lei; cumprir a lei, porém, tem um elemento de difícil trato, qual seja, aquele que aplica a lei. A profilaxia aqui é complicada, de momento não temos a prescrição adequada (pensaremos no remédio que possa vir a ser ministrado), e nem passa perto dos rompantes da Corregedora do CNJ, porquanto, na essência,  já conhecidos de muito tempo, ou seja, o crime da toga.

Mas, por enquanto, a bolsa vergonha poderia trazer algum resultado.
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Para terminar estas linhas, e júbilo de nossos leitores, já que estaremos ausentes por alguns dias, colaborando, mais um de outros tantos 20 anos, com uma festa religiosa no próximo dia 12, na zona rural que temos lá a nossa terrinha, a pergunta: Pagamos para ser ou realmente já somos idiotas?

A razão da pergunta vem de uma nota do Anselmo, quanto à entrega da chave da nossa Cidade ao guri que atualmente contribui para idiotizar as meninas.
A nota se encontra acima.

Pagamos ou já somos?   

Um bom fim de semana para todos.