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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Inominável x Corrupção


A matéria acima vem do Jornal dos Marinhos, do dia de ontem, na qual, e na parte interna do jornal (pág. 3), sob o título “Escândalos do primeiro ano da era Dilma”, se destaca a farra da corrupção nos Ministérios:




Deixando-se de lado o involuntário esquecimento quanto aos R$ 68 bilhões surrupiados da Nação nos oito anos de governo do energúmeno, com a presença dos mesmos inqualificáveis no nono e atual ano, e a evolução do crime, da oficialização do caixa dois para malfeitos e contratos de assessoria, o que chama atenção, é a pseudo ingenuidade na chamada da matéria ou a indução no acreditar de “dois governos distintos”, quando lá se diz que: “As fraudes foram descobertas neste primeiro ano de governo Dilma, mas prosperavam desde a época do Presidente Lula”.
Independentemente da ingenuidade ou indução, o certo é que a roubalheira não foi descoberta no governo da continuidade, a Nação já tinha conhecimento dos “malfeitos” e da podridão que, por inércia ou ações criminais, vinham dos poderes constituídos desde que o País por eles foi assaltado, com a indubitável e inseparável colaboração do séquito privado que os acompanha e apóia.
O que realmente aconteceu foi a conjugação da demasiada sede ao pote com a insatisfação de alguns na divisão da farra da bufunfa; quadro formado, a alternativa que se apresentou foi a de se atacar aliados, na tentativa de "se salvar" inexistente imagem e "legitimar ilegítimo" governo (já falei sobre isso na matéria "Bola da vez" e nas que se seguiram).
Nessa balada, e sem surpresas, Erenice ainda deverá ressurgir das cinzas, e  a turma do "mensalão" ser absolvida nas conhecidas erudições jurídicas.


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