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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Repassando: Aconteceu na Paraíba!

Aconteceu nas belas terras paraibanas, e não dava para esperar o amanhã:
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NÃO PODEMOS PENSAR QUE JÁ VIMOS DE TUDO......IMPOSSÍVEL!!!!!!!!!!!! 
PARECE PIADA MAS É VERDADE. INFELIZMENTE !

Casal da Paraíba batiza o filho como “Facebookson” e causa polêmica no mundo!

Como muitos casais modernos, o motoboy Anderson Cerqueira e a auxiliar de escritório Janete dos Santos se conheceram por uma rede social. Os dois casaram-se e tiveram um bebê lindo, que nasceu saudável no último sábado. O conto de fadas contemporâneo tinha tudo para ficar no anonimato não fosse por um detalhe: os dois batizaram o bebê com o nome de Facebookson, em homenagem à rede na qual se encontraram pela primeira vez. Anderson contou que teve que ir a dois cartórios antes de conseguir registrar a criança.


“Eu queria chamar de Facebook, mas eles disseram que não pode dar nome estrangeiro, então eu coloquei Facebookson, porque eu sou Anderson”, explicou ele.

A história ganhou o mundo depois que o jornal americano Daily Bulletin (na foto, o pai com o exemplar), de Los Angeles, publicou o caso. 
Nas redes sociais, o casal foi alvo de críticas. Para muitos, o episódio reforça a popularização do Facebook no Brasil. A matéria, publicada na editoria de economia, usou o caso como exemplo de como a rede de Zuckerberg está avançando inclusive no Brasil, onde o domínio do Orkut era absoluto.
 
Alheio a toda a polêmica, o pequeno Facebookson dormia tranquilo no colo da mãe. Resta saber se até ele ficar adulto, o Facebook
 ainda terá o prestígio que tem hoje.
Comentário: Ainda bem que foi menino. Se fosse menina, seria Facebok
ete, em homenagem ao nome da mãe: Janete 
!
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JB01 por e-mail

4 comentários:

  1. Pois é, amigo Jaba.
    Como é que nós vamos conseguir alertar uma população dominada por tamanha imbecilidade e que é incentivada, invariavelmente por uma imprensa mundialmente idiotizada.
    Tem um compositor gaúcho cujo irmão morreu durante a dieta militar que escreveu numa canção, criticando o fenômeno Menudo nos anos 80, a seguinte frase:
    -cada povo tem o novo que merece e o menudo vem com tudo e com razão...
    Acredito que pode-se fazer uma variação da letra, em "homenagem" à quadrilha no poder, ao jovem Facebookson e seus pais. Baseada na música do comuna, escrevo:
    - cada povo tem o novo que merece e o PT vem com tudo...e com razão.
    Essa falta de inteligência, de senso do ridículo do brasileiro, entre um facebookson e uma Luiza, o Brasil se afunda.
    Se o criativo e imbecil casal tivesse se conhecido num cabaré, poderiam chamar a criança de Lulason, Genoinoson, Vacarezason, petistason.

    abs.

    Sicário

    abs

    Sicário

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  2. OLÁ JABA.

    BOQUETE SERIA O IDEAL.

    ABS DO BETO.

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  3. Olá Sicário,
    É isso aí!
    Como disse em linhas anteriores, é mais fácil tirar essa turba do poder, pelos meios políticos ou não, do que o depois, ou seja, cuidar e tratar dessa imbecilidade e atos outros, de outros da sociedade, já carcomidos pelo viés criminal, que já tomou conta do País e se tornou, no cotidiano, aceitável, como se "lícito e comum" fosse.
    Nesse período de ausência, que ainda deve continuar por mais uns dias, não fiquei alheio aos fatos daqueles que não orbitam no poder, como, também, das confissões do governo com relação aos seus crimes- refiro-me à greve na Bahia, já terminada - e aqui no Rio, com excessos do governo estadual (o governador do Rio não merece linhas) - que mereceu do Zé Mané bahiano e da inominável, a adjetivação de organização criminosa, como se os próprios não fossem, no passado, e nos dias atuais, uma organização criminosa.
    É muito triste ver o que acontece no País; creio tenha chegado a hora de mandar a turba para o lugar de costume, e de cuidar dos arruaceiros que agridem a outros e que destroem instalações de "terceiros", como, também, cuidar destes “terceiros”, "do setor privado, que sobrevivem nas graças governamentais".
    Por sua vez, o Supremo, ontem, abriu uma discussão com relação à retroação da Lei da Ficha da Limpa à atos pretéritos, ou seja, ocorridos antes da edição da referida Lei. Bela jogada por quem sustentou a tese, a “nova” do STF; bela jogada que difere do que explicitamente fizeram no caso do bandido italiano. Bela jogada porque deixou para os insurgentes das togas a defesa da tese constitucional de que a lei nova somente se aplica para fatos que venham a ocorrer a partir de sua edição, que é o juridicamente correto. Salvam-se, pois, o Partido dos Trapaceiros e os seus “novos amiguinhos de infância”. Na sua costumeira mentira de defesa dos princípios e dos seus "novos amiguinhos", surge a “defesa da moralidadade” contra o Supremo, porque assim disse o Supremo, a quem não chamo mais de Supremo (já se vai algum tempo), e assim seguem a ignomínia criminal e as mentiras perpretadas por um podre governo podre.
    É, meu amigo: a coisa está feia! Acredito, porém, que a paz está próxima.
    Tenho gravado a entrevista da inominável confessando crimes pretérirtos e atuais, concedida ao que se chama de "TV Globo"; virá, em breve, para o blog.
    Abs.,

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