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sábado, 31 de março de 2012

Sábado, 31 de março


Sábado, 31 de março de 2012.

Hoje são comemorados 48 anos da deposição de um governo de déspotas, da manutenção da ordem constituída e do início de um período em que a ordem, mesmo constantemente ameaçada, por prófugos da criminalidade, se fortaleceu e se desenvolveu, até o momento em que o governo foi entregue aos civis – em um primeiro momento, por eleições indiretas – colégio eleitoral – e, ao depois, por eleições diretas – iniciando-se, daí, a fase de declínio dos princípios e valores democráticos e morais, já em aguda crise na continuidade atual governamental.

Apesar da proibição, por parte de um governo que não carrega nenhuma credibilidade, podre governo podre, de se celebrar a data, nenhuma proibição inibe a alma e o coração de se manifestarem, publicamente, em relação à vitória contra criminosos intentos de destruição do País, principalmente, quando a Nação, já tomada por bandidos, festeja Marighela, com crimes contra bem público, substituindo placa de rua, no calar da noite, para colocar placa de rua Marighela, como acontecido em São Paulo, festeja Lamarca, festeja aniversário da revolução cubana em solo brasileiro.

País de párias e de bandidos.

Mas a Data deve ser lembrada, e sempre comemorada, independentemente das ocultas e explícitas incitações de jovens despreparados em educação e costumes, e da aparente supremacia dos ideais retrógados no corpo social.

Já disseram, volto a lembrar, que o povo, quando diante de governos que proliferam e profligam na hipocrisia, traindo os anseios da sociedade, tem o poder, o direito e a legitimidade de depô-los, substituindo-os por aqueles que se submetam aos reais e legítimos interesses dessa mesma sociedade, no conceito que justifica a sua criação e formação.

Nutro, ainda, a esperança, de ver o País governado por decentes e honestos.

Minhas homenagens e respeito às Forças Armadas, e àqueles que tombaram em defesa da Pátria e dos anseios da sociedade.

Rendo, ainda, meus respeitos àqueles que foram assassinados por essa turba de criminosos, e desprezados por esse podre governo podre, e seus sectários, incluídos a ONU e a OEA.

Quinta-feira, 29 de março


Quinta-feira, 29 de março de 2012, 14 horas, Brasília, DF. Início da sessão plenária do Supremo, sendo o primeiro processo da pauta de julgamento, os desrespeitosos e demagógicos Declaratórios da OAB federal, contra a Lei da Anistia, mencionados na matéria “Supremo em foco”.  Iniciada e terminada a sessão, os declaratórios não foram julgados e nenhuma explicação foi fornecida pelo Relator do processo, o Ministro Fux quando, a pedido da própria OAB, na semana passada, adiara o julgamento do processo para a sessão do dia 29, dando lá as explicações que entendeu por bem explicitar.

Quinta-feira, 29 de março de 2012, 14 horas, Rio de Janeiro, RJ. Coincidência ou não, tem início, no Rio, estúpida e criminosa demonstração de desrespeito aos princípios democráticos, por um bando de vagabundos, cuja maioria não tem nenhum conhecimento das razões que levaram à instalação do regime militar em 64, capitaneados, na incitação à desordem, por bandeiras de próceres do crime, como PT, PCB, PCdoB, PSOL e PDT, quando agrediram moral e fisicamente os presentes ao Clube Militar, e ao próprio Clube, que lá se reuniam para lembrar a deposição de um governo de déspotas.

Quinta-feira, 29 de março de 2012. Noticia-se notificação ao País, pedindo-se informações quanto à omissão do Governo na apuração da morte do jornalista Herzog. Mais uma indevida interferência da OEA, em assuntos internos do País, como se deu, em 2010, quando o condenou a responder, pecuniariamente, pelo desaparecimento e morte de criminosos guerrilheiros, no que se chamou de conflito do Araguaia (matéria “OEA”).

Derrotados, em oportunidades diversas, quando empunhavam armas para derrubar a ordem constituída, com o fim de transformar o País em um país guiado e governado por regime comunista, por ora se mostram vitoriosos com a aguda destruição dos princípios democráticos e dos valores éticos e morais, que já estiveram presentes na sociedade, em grau bem mais acentuado e visível, ocultando-se na incitação de jovens despreparados em educação e costumes, mediante toda sorte de mentiras.

Recordo palavras do Presidente do Supremo – Cesar Peluso – ao ensejo do primeiro julgamento da ação da OAB federal, buscando invalidar a lei da anistia:

se é verdade que cada povo resolve os seus problemas históricos de acordo com a sua cultura, com os seus sentimentos, com a sua índole e também com a sua história, o Brasil fez uma opção pelo caminho da concórdia”.
“uma sociedade que queira lutar contra os seus inimigos com as mesmas armas, com os mesmos instrumentos, com os mesmos sentimentos está condenada a um fracasso histórico”.
(Ministro Cezar Peluso, Presidente do Supremo, contrário, como a maioria de seus pares, à revisão da lei da anistia, pretendida anular pela OAB, em relação aos agentes do Estado)

Já disseram que o povo, quando diante de governos que proliferam e profligam na hipocrisia, traindo os anseios da sociedade, tem o poder, o direito e a legitimidade de depô-los, substituindo-os por aqueles que se submetam aos reais e legítimos interesses dessa mesma sociedade, no conceito que justifica a sua criação e formação.

Quando olho para a bela Bandeira do meu País, ainda nutro a esperança do breve retorno dos princípios e valores, e de vê-lo governado por decentes e honestos.

quinta-feira, 29 de março de 2012

FIFA x Copa

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CONTA CARA

Fifa revela que custo da Copa-2014 vai ´explodir´

29.03.2012

Os atrasos na Copa do Mundo de 2014 vão fazer a conta final do Mundial ser bem superior ao que todos imaginavam há cinco anos. A constatação foi feita pelos próprios dirigentes da Fifa, que ontem colocaram pressão total sobre o País por conta das dificuldades na organização e deixaram claro: o Brasil não deve economizar dinheiro para garantir que tudo esteja pronto.
Na avaliação da Fifa, os atrasos farão o preço final do Mundial explodir. Alguns chegam a falar em altas de até 30%. Esses cartolas acreditam que, para tirar o atraso, empreiteiras vão exigir mais dinheiro e processos de licitação não cumprirão todas as regras. Greves e protestos de sindicatos também acabarão sendo superados com altas de salários.
Um relatório recente do TCU (Tribunal de Contas da União) aponta valor superior a R$ 25 bilhões, com base em dados da Matriz de Responsabilidade.
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A matéria acima é do Diário do Nordeste, Ceará.
O alerta da FIFA não se constitui em nenhuma novidade nas terras brasis.
Novidade, se é que assim pode ser chamada, é a profunda inteligência do líder do governo na Câmara,  Arlindo Chinaglia, quando disse, após aprovação da Lei Geral da Copa, que "duas horas num estádio não vão transformar um abstêmio em um alcoólatra", com o que se apresenta sinceridade sugestiva de empalá-lo com uma Devassa, de modo a "devassar" os seus neurônios.

O pau come em todo lugar: MP/Eike/JF

A notícia que se segue vem do Jornal do Dia, Amapá:
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POLÍTICA Enviada em 29/03/2012 às 08:10:58

Ministério Público rebate e diz que representação é infundada
Juiz federal colocou sob suspeita a atuação de procuradores e promotores quanto ao controle de TAC’s ambientais





 GALERIA DE FOTOS
A procuradora geral de Justiça, Ivana Cei, explica funcionamento do TAC durante coletiva

O Ministério Público do Estado do Amapá (MPE/AP), em coletiva concedida à imprensa amapaense na manhã de ontem, rebateu as acusações contidas na representação de autoria do Juiz Federal da 2ª Vara Federal do Amapá, João Bosco da Silva. O juiz colocou sob suspeita a atuação de procuradores do Ministério Público Federal e Estadual, quanto ao controle de recursos advindos de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com a empresa MMX, acusando-os de não prestarem contas.
A procuradora-geral de Justiça, Ivana Cei, abriu a coletiva explicando como funciona os Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) que motivaram as denúncias do juiz feitas no Conselho Nacional de Ministério Público (CNMP).  “É a possibilidade que se tem do interessado ou o provável infrator de, espontaneamente, se adequar a lei – no caso da empresa MMX, impactos ambientais. Antes que seja proposta alguma ação penal ou civil. É a possibilidade que se tem de dizer: ‘Eu quero me adequar à legislação’”.
Em relação ao TAC feito 2007, a procuradora afirma que foi uma adequação do empreendimento para regularizar o licenciamento que estava irregular. Dessa maneira, a empresa indenizou o Estado, em forma de projetos sociais.


A reclamação
Em reclamação disciplinar dirigida ao Conselho Nacional do Ministério Público, Bosco colocou sob suspeita a atuação de procuradores da República e do Ministério Público do Estado quanto ao controle de recursos advindos de termo de ajustamento de conduta firmado com a empresa MMX de Eike Batista, acusando-os de não prestarem contas.
Bosco solicitou junto ao CNPM o afastamento dos procuradores, alegando que os mesmos se aproveitaram de Ações Civis Públicas contra projetos de mineração para acionar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). A denúncia reforçou que os termos eram milionários, e que os membros da MPF e MPE manteriam  o controle dos recursos sem autorização judicial. 
Um TAC firmado com a empresa MMX, que extraía minérios do Amapá em 2007, os procuradores conseguiram R$ 6 milhões para realizar projetos de sua autoria.  Os recursos teriam ficado com o MPF, entretanto, somente R$ 200 mil dos R$ 6 milhões teriam sido repassados para fortalecer a frota da Policia Federal no Amapá. Ainda de acordo com o material jornalístico, o juiz João Bosco quer saber sobre o restante do recurso, que seria na ordem de R$ 5,8 milhões.
O promotor de justiça, Afonso Guimarães, que também foi citado na representação, pronunciou-se sobre as acusações e disse que vai procurar os termos legais para se defender das acusações que, “no mínimo, são levianas e irresponsáveis de quem as proferiu”. 
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Supremo x Demósthenes

Pedido de abertura de inquérito contra o Senador Demósthenes Torres, por conta de suas  relações com o Cachoeira, foi distribuído, no Supremo, ao Min. Ricardo Lewandowski.
Sendo este Ministro o revisor do processo do mensalão, que disse, meses atrás, que só iria cuidar deste processo em abril agora, de se esperar que não atropele suas responsabilidades perante processos mais antigos, fazendo do referido inquérito o seu ideal de combate à criminalidade política.

Supremo em foco

Conforme assinalado na matéria "Vergonha", declaratórios da OAB, contra a Lei da Anistia, pelos quais se insiste na tese de se legitimar a perseguição contra os "agentes do estado", por conta do caos provocado pelos próceres da vagabundagem criminosa, no que se denominou "Conflito do Araguaia", serão julgados, hoje, no Supremo.
O que chama atenção na hipocrisia demagógica do órgão de classe, é o embasamento de suas alegações no Estatuto do Tribunal de Nuremberg, cujos princípios de direito internacional alega reconhecidos pela ONU, entre os quais o de qualificar como crimes contra a humanidade o assassínio, o extermínio e todo ato desumano cometido contra civis por autoridades do Estado.
A delinqüência demagógica ou a hipócrita imbecilidade não tem limite.
Comparar ou equiparar os acontecimentos provocados por aquele bando de prófugos, no seu último intento de tomar o poder pelas armas, com as barbáries cometidas por aqueles que por lá sentaram e foram julgados, como, por exemplo, os nazistas é, no mínimo, sinal de total desequilíbrio, sendo o caso de encaminhar o autor/subscritor das desrespeitosas linhas diretamente para o manicômio judicial.
De qualquer forma, salvo perda momentânea da memória e dos sentidos, não estou lembrado de que os líderes soviéticos e cubanos, além de outros, que tanto inspiraram os criminosos brasileiros, tomaram assento naquele Tribunal Internacional e por ele foram julgados e condenados, e nem me recordo, também, de qualquer admoestação (estou sendo condescendente) ou firme reprovação da turma de oportunistas dos direitos humanos, que flana pela ONU e pela OEA.
Conforme seja a decisão de logo mais do Supremo, se acolhidas as razões da OAB, apesar da opinião contrária da Procuradoria, o mesmo tratamento deverá ser dispensado, indistintamente, a todos que, atualmente, ocupam ou não o Poder, sem qualquer veio de compadrio, salvo confirme-se a verdade que soa desnudada aos olhos, de um País já carcomido por ideais de há muito sepultados sob as pedras da história e já disseminados sobre a tênue democracia que teima subsistir perante os cristais da criminalidade.
Resta aguardar.
Seguem as informações há pouco obtidas na página do Supremo:

Lei da Anistia
Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 153 Embargos de Declaração
Relator: Ministro Luiz Fux
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) x Presidente da República
Embargos de declaração em face de acórdão que julgou improcedente a ADPF, ao fundamento de que a anistia, por se tratar de pacto bilateral objetivando a reconciliação nacional, considerando o contexto histórico em que foi concedida, teve caráter amplo, geral e irrestrito. Sustenta o embargante ausência de "enfrentamento do real caráter bilateral da anistia concedida pela lei", ao argumento de ausência de enfrentamento da "premissa de que os criminosos políticos anistiados agiram contra o Estado e a ordem política vigente, ao passo que os outros atuaram em nome do Estado e pela manutenção da ordem política em vigor." Defende que a Assembleia das Nações Unidas confirmou os princípios de direito internacional reconhecidos pelo estatuto do Tribunal de Nuremberg, e que "um desses princípios foi o de qualificar como crime contra a humanidade os seguintes atos: ‘o assassínio, o extermínio, [...] e todo ato desumano, cometido contra a população civil" por autoridades estatais, o que veio a ser consolidado no Estatuo do Tribunal Penal Internacional de 1998 (art. 7º, I)", o que, no seu entender não pode "ser objeto de anistia por determinação de leis nacionais". Nessa linha, afirma que o acórdão embargado foi omisso "na premissa de que entre as barbáries cometidas pelo regime de exceção há os crimes de desaparecimento forçado e de sequestro que, em regra, só admitem a contagem de prescrição a partir de sua consumação – em face de sua natureza permanente, conforme já assentado na Extradição 974."
Em discussão: saber se o acórdão embargado incidiu nas alegadas omissões.
PGR: pela inadmissibilidade dos embargos.

  

quarta-feira, 28 de março de 2012

Nóis aqui também cuida de nóis!




Governistas barram criação de CPI na Assembleia Legislativa

27/03/2012 - 22:40:09


Um requerimento do deputado Gilberto Diniz (PT do B) pedindo a instauração de uma CPI para o Pró-Acre foi recusado por oito votos a sete ontem na Aleac. O deputado fez defesa do requerimento argumentando que o Acre é o Estado da impunidade. “Aqui se rouba, se desvia dinheiro e a gente não pode apurar porque existe uma proteção muito grande por conta do cinturão chamado Palácio Rio Branco”, disse o deputado.

Gilberto Diniz lembrou que a CPI visava apenas apurar atos do governo anterior, da gestão Binho Marques. “Não vamos investigar atos do governador Tião Viana, só atos do governador anterior”, argumentou o parlamentar, lembrando o caso do servidor que comeu racumim e da ex-secretária Laura Okamura.


O líder do PT, deputado Geraldo Pereira, defendeu o voto contrário ao requerimento explicando que o Estado não administrou os recursos do Pró-Acre, apenas os repassou aos municípios através de convênio. “Este requerimento é um equívoco, não há fato determinado, uma prova de que apenas quer um palanque político”, retrucou Pereira.


Segundo ele, Diniz atirou a esmo, pois cada município é uma instituição independente e cabe aos prefeitos responder pela aplicação dos recursos públicos. “Além disso, a polícia e o Ministério público já apuraram o caso”, lembrou. 


Para o deputado Major Rocha (PSDB), a base aliada tenta distorcer os debates para tirar o foco principal do requerimento de Diniz que é o recurso desviado do Pró-Acre. “Eu tenho certeza que os deputados de oposição vão sair daqui de cabeça erguida, pois defendem a bandeira da transparência. Por que o medo da CPÌ? Eu sei que as denúncias pesam também para os prefeitos da oposição, mas não impedi a propositura. Quem não deve não teme”, comentou.


O líder do PDT, deputado Walter Prado, também defendeu seu voto contrário à CPI, argumentando que o requerimento não tem as formalidades necessárias, uma vez que os recursos foram geridos pelas prefeituras e, portanto, eventuais desvios têm que ser apurados pelas câmaras de vereadores. “Vamos votar contra em virtude do formato jurídico”, justificou.


(A Tribuna - Acre)
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O título da chamada parece bem apropriado.

Exercício para relaxamento

Excelente exercício para relaxamento, divulgado pelos próceres da vagabundagem.

Para se ter acesso ao "profissional da área", basta entrar para a turma. Requisito único: ser um distinto cafajeste.





A "guria" não se cansa

Matéria do Estadão: 22.03.12
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Secretaria de Direitos Humanos quer checar situação de presídios militares

 BRASÍLIA - A Secretaria de Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, abriu nova frente de conflito com as Forças Armadas. A pasta enviou ao Congresso projeto de lei que lhe autoriza a entrar nos quartéis e verificar as condições às quais presos militares estão submetidos. As visitas, de surpresa, fazem parte do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, em tramitação na Câmara dos Deputados, que estabelece inspeções a todos os locais nos quais existam presos, seja por mandado de autoridade judicial ou administrativa. Além disso, o ministério apadrinhou a discussão sobre o fim de tribunais militares.
O instrumento faz parte de um sistema nacional de prevenção e combate à tortura e às violações de direitos humanos, atendendo a recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU). Comandada pela ministra Maria do Rosário Nunes, a secretaria entrou em rota de colisão com os militares após a petista defender a responsabilização criminal de agentes públicos durante a ditadura. Rosário também foi uma das principais articuladoras da Comissão da Verdade, criada para investigar violações de direitos humanos entre 1946 e 1988.
Agora, a pasta trabalha pela aprovação do projeto de combate à tortura. Integrantes da secretaria avaliam que duas leis representariam uma vitória do movimento de direitos humanos dentro do governo. Sustentam também que garantiriam a abertura de um cenário desconhecido: o das prisões militares. Hoje, existem duas categorias de presos militares: os detidos pela Justiça e os acusados de transgressão disciplinar. A prisão administrativa tem prazo curto e dura, em média, cinco dias. Já os demais cumprem a pena imposta pela Justiça. Ambos os estabelecimentos estarão sujeitos às inspeções.
O único presídio militar está no Rio de Janeiro e é comandado pela Marinha. Os demais presos ficam detidos em celas nas unidades militares. Entretanto, não há estatísticas sobre o número de presos, situação dos cárceres e nem de denúncias de tortura.
Homossexualidade. Um dos casos mais polêmicos foi a prisão, em 2008, do sargento do Exército Laci Araújo, que relatou ter sofrido maus tratos e tortura psicológica. A detenção ocorreu pouco tempo depois de Laci assumir sua homossexualidade. A Justiça Militar condenou o sargento por calúnia e desacato (leia box).
A proposta de controle das prisões militares tramita em regime de urgência na Câmara e foi direto para o plenário. A ministra já conversou com o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), sobre o tema e agora falta fechar acordo com os líderes para incluir a proposta na pauta. A proposta defende total autonomia e independência do colegiado, que será nomeado pelo presidente da República. Conforme a justificativa do projeto, o texto trabalha com um conceito abrangente de locais de privação de liberdade e cita nominalmente quartéis e centros de detenção disciplinar militares.
Reação. O Ministério da Defesa informou que não foi consultado sobre o projeto. Sobre prisões, o Exército afirmou que cumpre rigorosamente os preceitos legais.
A Secretaria de Direitos Humanos informou que o projeto de lei que trata do combate à tortura não se dirige a um tipo específico de instituição penal. E que o foco central são delegacias de polícia, penitenciárias, asilos, hospitais psiquiátricos e instituições para adolescentes em conflito com a lei.
Justiça Militar. Este, porém, não será o único embate entre os Direitos Humanos e militares. A secretaria busca informações sobre a Justiça Militar com o objetivo de abrir um debate sobre a extinção do sistema. Ao lado do Ministério da Defesa, a secretaria cobra alterações no Código Penal Militar. Projeto de lei encaminhado à Casa Civil em 2011 exclui a pederastia como crime e retirando a palavra homossexual do código.
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A "guria" não se cansa.
Repito comentário anterior: O acinte na pauta do dia. A imoralidade continua seu desmedido caminho, na onda da hipocrisia e da delinquência demagógica.

Dilma e a Comissão da Verdade


Matéria do Estadão - 22.03.12:
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Dilma mantém Comissão da Verdade na agenda
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       Enquanto a presidente Dilma Rousseff não instala a Comissão da Verdade, integrantes do governo trabalham para garantir que o assunto não saia da agenda. O receio é de que setores da sociedade percam o interesse no assunto e se desmobilizem.

Esta semana, a presidente da Associação das Avós da Praça de Maio, Estela de Carlotto, participou de reuniões no Ministério da Justiça e na Secretaria de Direitos Humanos. Na Comissão de Anistia, Estela defendeu o envolvimento da população. 'Não esperem que a presidente Dilma tome essa medida (de punir torturadores). Ela precisa do apoio do seu povo. Tem que ser uma espécie de onda.'
Estela ficou surpresa com a reação dos militares brasileiros contra o funcionamento da Comissão. 'Dilma é o comandante-chefe e é ilícito reverenciar a ditadura,' disse a argentina, cobrando o funcionamento da comissão no País.
Os membros da futura Comissão da Verdade, que foi aprovada pelo Senado em outubro do ano passado, já teriam sido escolhidos pela presidente, que só deve nomeá-los em meados do próximo mês.
Além da proximidade com o Dia do Golpe Militar, o governo quer dar um tempo no desgaste recente provocado por reações dos militares e a iniciativa do Ministério Público Federal (MPF) de pedir a punição de militares por crimes continuados.
A demora na nomeação dos integrantes do colegiado que vai investigar violações de direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988 também tem gerado reclamações. 'Estamos vivendo uma ansiedade muito grande para conhecer os membros da comissão. A expectativa é grande para esclarecer as realidades locais,' disse Gilney Viana, assessor da Secretaria de Direitos Humanos.
Ações
A pasta deve retomar as buscas por restos mortais de guerrilheiros do Araguaia no próximo mês. Também estuda um projeto conjunto com a Secretaria de Políticas para Mulheres, agora comandada pela ex-presa política Eleonora Meniccuci, sobre mulheres torturadas.
No Ministério da Educação, grupos de pesquisa, vinculados às universidades, preparam uma série de estudos sobre a memória do regime militar.
A falta de punição, no entanto, ainda não é um consenso. 'Esse processo (de instalação da Comissão da Verdade) será acompanhado de uma responsabilização. Terá uma dimensão de identificação individual, que as outras comissões não tiveram', defendeu o secretário Nacional de Justiça, Paulo Abraão. 'Será que seremos o único país a ter verdade sem justiça?', questionou o secretário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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O acinte na pauta do dia.
A imoralidade continua seu desmedido caminho, na onda da hipocrisia e da delinquência demagógica.

Demósthenes e Cachoeira


(Blog do Amarildo)


(Frank, Os Diaristas)



Do extermínio de crianças ao aborto

Divulgando: "Do extermínio de crianças ao aborto".
Texto do Prof. Alessandro Barreta Garcia, encaminhado por e-mail.
site: www.alessandrogarcia.org


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           Na época clássica (séculos V e IV a/C), o fio condutor da educação espartana se converteu somente a uma estrutura militar e seu objetivo era a formação do hoplita (soldado). Esparta se priva de uma educação completa, fecha-se em um totalitarismo desprovido de uma formação integrada, e assim, não podendo se beneficiar dos tempos de paz. Preocupava-se com as crianças mesmo antes de nascerem, pois, a eugenia espartana selecionava os melhores, os sem defeitos, sem disformias e os não raquíticos, nesse sentido, os “perfeitos” eram privilegiados (GARCIA, 2011).

Esparta conforme Plutarco (s/d) esclarece-nos por meio da legislação de Licurgo que as crianças eram educadas da seguinte forma:

 

Pois, logo que estes chegavam à idade de sete anos, ele os tomava e os distribuía por grupos, para serem educados juntos e se habituarem a brincar, aprender e estudar uns com os outros; depois, escolhia em cada grupo aquêle com aparência de ser o mais avisado e mais corajoso no combate, ao qual dava a superintendência de todo o grupo. (PLUTARCO, s/d, p. 226).

 

            Submetidas desde cedo aos treinamentos físicos, um em cada grupo era escolhido como líder, e sua tarefa era supervisionar os demais. Além do escolhido como líder do grupo, os mais velhos supervisionavam todos, inclusive os lideres. Muitos debates eram impostos para testar as decisões dos jovens espartanos, e quem não se apresentasse dispostos a julgar com convicção eram castigados pelos lideres (PLUTARCO, s/d).

            As crianças que não servissem ao fim militar eram jogadas do precipício, e aquelas aptas a suportarem ao serviço militar sofreriam castigos como terem seus dedos mordidos pelos supervisores. Não é de hoje que os homens tentam eliminar seus semelhantes, em Esparta as crianças que não servissem ao serviço militar eram eliminadas, exterminadas da cidade-estado. Com o tempo as constituições foram se alterando e a defesa das crianças passa a ser uma preocupação constante ou deveria ser.

            No entanto, em nosso tempo as leis não interessam mais ao coletivo, sendo assim, as que existem funcionam para minar as últimas bases da moral conservadora. Legitimar o direito do individuo em detrimento do direito supremo, do bem comum a toda coletividade é hoje uma agenda internacional.

            Hoje em dia, um gigantesco plano mundial tenta classificar o aborto como legítimo, como resolução individualista, esquecendo-se da inexorável ideia de Aristóteles, a potência e ato. Uma semente é uma árvore em potência. Um feto é uma criança em potência. Diferente de ter potencial para engravidar, potência e a transição para o ato, ou seja, é já o próprio crescimento e desenvolvimento da vida. Do contrário, impotente é alguém que não goza da possibilidade de gerar mudança específica, no caso engravidar. Para Aristóteles (2006) “Impotência é a privação de potência, ou seja, a supressão do principio que foi descrito” (p. 149). Ao abortar se mata um cidadão em potência e em ato, podendo ser ato se respeitado o devir natural da vida. Abortar é matar as potencialidades do suprassensível, da tradição moral, filosófica, cívica e jurídica. Abortar é matar.

            No Brasil observa-se uma justiça de valor relativo, e sendo essa a nova ética, a moral clássica tão valiosa perde seu esplendor, até mesmo seu significado. Nesse mundo, tudo é a busca do prazer, pelo útil individual e isolado dos bens supremos. Dessa forma, recuperar seu significado é uma tarefa árdua, de poucos, se comparado ao ambiente decadente ao redor. Sendo assim, nos resta ensinar, pois o ensino é ainda a forma mais hábil de se conduzir a morada das ideias e da defesa das constituições.

 

REFERÊNCIAS

 

ARISTÓTELES. Metafísica. Bauru, SP: EDIPRO, 2006.

GARCIA, A. B. Aristóteles nos manuais de história da educação. 1. Edição, São Paulo: Clube de Autores, 2011.

PLUTARCO. Licurgo. In. As vidas dos homens ilustres. Trad. Brasileira de: Aristides da Silveira Lobo, São Paulo: Editora das Américas, s/d.


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Ensinar é a arte das artes; e quem a possui, de certo, conseguirá a satisfação de ressuscitar princípios e valores já perdidos no tempo, seja por esquecimento seja por não transmitidos ou por não ensinados.




Decadência de princípio e valores

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Menor de 17 anos é presa após afogar bebê pré-maturo em bacia d’água

SEG, 26 DE MARÇO DE 2012 23:55 ALEXANDRE LIMA

Crime só foi descoberto depois que a menor foi procurar ajuda no hospital de Brasiléia
Por volta das 10 horas da noite desta segunda-feira, dia 26, policiais militares e perito criminal foram acionados por enfermeiras do hospital de Brasiléia, para que fossem verificar um bebê do sexo feminino de aproximadamente 7 a 8 meses, que foi encontrado morto numa casa localizada no Bairro Leonardo Barbosa, zona periférica da cidade.
Lá, foi comprovado que havia um corpo em perfeito estado de crescimento já sem vida dentro de uma pequena bacia de água que foi escondida debaixo da cama. A cena chocou até mesmo as funcionarias do hospital e o perito junto com os policiais, que nada puderam fazer.
O carro foi IML foi solicitado, já que a cena caracterizava um possível crime de afogamento e a criança iria precisar de uma autopsia para comprovar a causa da morte, e a suspeita levava a crer que estivesse ali a cerca de 7 horas.
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Mãe no hospital
De acordo com o que foi levantado no hospital, a mãe, que vai completar 18 anos no próximo mês, chegou no pronto socorro no final do dia pedindo ajuda médica ainda com pedaços da placenta dentro dela.
A médica de plantão passou a desconfiar da jovem que dizia ser uma das suas pacientes que vinha acompanhando, o que não seria verdade. Depois de algumas conversas, disse que havia abortado o feto em pedaços e jogado fora. Mesmo assim não estava convencendo.
Duas enfermeiras se deslocaram até a casa da jovem com uma irmã e não encontraram nada no lixo ou pela casa. Novamente, após outra conversa, confessou que havia tido um parto prematuro e havia colocado a criança numa bacia e escondido.
Debaixo da cama, num canto, encontraram a criança já sem vida dentro de uma pequena bacia com água. Tudo leva a crer que a jovem tenha parido seu primeiro filho por volta das 15 horas da tarde e somente depois, pediu que uma irmã a levasse ao hospital.
A Polícia Militar foi acionada para acompanhar a jovem no hospital até ser liberada e encaminha à delegacia durante esta terça-feira (27). O corpo após autopsia, seria liberado aos familiares para se velado e sepultado.
Veja vídeo-reportagem com Almir Andrade.
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(O Alto Acre - Matéria de Alexandre Lima)
26.03.2012
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terça-feira, 27 de março de 2012

Vergonha


Vergonha, estado emocional que decorre da presença de firmes raízes de histórico familiar, naqueles ou em quem os princípios forjadores do caráter se mostram intransponíveis, inabaláveis, perante o veio fácil da opção pela iniqüidade e a delinqüência demagógica (insisto na ortografia antiga). Isso, independentemente do que se chama “posição social”.
Vergonha, em falta, já em grande escala, no País, vilipendiado em seus princípios, em sua história, já se faz mais de década. País que há mais de década se vê assaltado em sua alma, por próceres cafajestes, em detrimento do que justifica o conceito de formação de uma sociedade. País em que os Poderes não têm credibilidade. País inchado e pesado por conta de acordos espúrios e nefastos interesses, chegando-se ao agudamento da crise moral com a auto indenização a que se concederam por derrotados nos intentos de tomar o poder pelas armas, na doentia inspiração de governos autoritários.
Décadas se vão àquela em que o País vivia seus dias de caos, por conta de um bando que se vangloriava dos seus ideais comunistas, os divulgava na imprensa escrita e pelo rádio, por eles buscava incitar a população contra a ordem constituída, cometiam toda sorte de crimes, formavam pequenos grupos para promover o medo e a instabilidade na sociedade, destacavam o que chamavam de “destacado guerrilheiro” para agir como franco-atirador nas grandes capitais, distribuíam manuais de como cometer os crimes que cometeram, de como fabricar bombas, de como arregimentar novos idiotas para suas fileiras, seqüestros etc. E tudo isso sob a bandeira dos princípios democráticos.
Passadas outras tantas décadas, nas quais os ideais e atos criminosos, de transformar o País em um país comunista, foram derrotados, alcança-se o ápice da falta de vergonha, com o desenfreado assalto aos cofres públicos, e com uma ignomínia chamada de Comissão da Verdade, a qual, antes de representar questão ideológica retrógada, doentia e revanchista (passível de tema de aula para futuros psiquiatras e para as ciências criminais), se apresenta como nítida demonstração de desprezo para com a sociedade e a memória dos que por aqueles, já não mais qualificáveis, foram assassinados.
E a tanto ainda se chega, com apoio de quem nem conhece a história, pela idade que alguns apresentam, a glorificar o passado odioso na perseguição de quem defendeu a Pátria e a vigente ordem constituída, como então reclamada pela sociedade, utilizando-se, no intento, de hipócritas distorções de tipificações penais. Primeiro round perdido, graças a digno magistrado do Estado do Pará que colocou a demagogia oportunista no seu devido lugar.
Mas o Supremo, na pena de recente que lá se empossou, declarou à imprensa que a matéria, tratada em declaratórios da OAB federal, merece amadurecimento, o que é lamentável, quando se considera decisão já tomada por aquela Corte, contrária aos demagógicos interesses dos oportunistas, ao ensejo de indevida manifestação da OEA em assuntos internos do País.
Já disseram, em outras palavras, que o povo, quando diante de governos que proliferam e profligam na hipocrisia, traindo os anseios da sociedade, tem o poder, o direito e a legitimidade de depô-los, substituindo-os por aqueles que se submetam aos reais e legítimos interesses dessa mesma sociedade, no conceito que justifica a sua criação e formação.
Mas o que falta, infelizmente, e em larga profusão, é a vergonha diante da já banalizada criminalidade, vista e aceita como mal feitos, além de desfrutada, arduamente, por considerável parcela de nacionais.

terça-feira, 20 de março de 2012

Prioridades prioritárias


Entre tantas prioridades prioritárias, há décadas desprezadas, a ameaça de coup de pied dans le cul, vinda lá da FIFA, produziu os efeitos desejados - parece que não mais aparentemente – porquanto a “digna” representante do continuísmo continuado de um podre governo podre asseverou que a aprovação da Lei Geral da Copa, nos interesses “FIFENSES”, e acordados na “imundície governamental anterior”, é prioridade “no seu governo”.

Enquanto isso, banha-se o País na diária e desenfreada impune corrupção desavergonhada, e no oportunismo cínico de alguns próceres de cargos públicos, parte deles com desconhecimento da história, que insistem em liquidar as verdadeiras e reais verdades históricas, deturpando tipificações legais, sob hipócritas teorias (já levaram o primeiro “coup”).

A então ameaça da turma do futebol até que seria uma boa sugestão de como agir aqui na terrinha.

terça-feira, 6 de março de 2012

A ignorância nos persegue


A ignorância, tal como praga, nos persegue.
O protótipo de Einstein, que obteve “sonhado título” antes de assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia, em total desprezo e desrespeito aos meios acadêmicos, já aprontava das suas naquela Pasta quando, “surfando” em desastre passado que assolou a região serrana do Rio, asseverava que iria transformar o País em um paliteiro, com o intuito de se antecipar às “tragédias naturais” e de se prevenir das suas consequências, tudo com apoio dos Americanos.
Passado quase um ano da tragédia, e tudo na mesma, como dantes, solta a última pérola, quando das recentes manifestações da natureza: “muitos ainda morrerão com as chuvas”.
Guindado, agora, ao Mestre dos Mestres, volta ao picadeiro com mais uma: “Os problemas do ENEM se devem às dimensões do país”. Alega, segundo reportagem de O Globo, que o “MEC não tem culpa de o Brasil ser tão grande e diverso. São 140 mil salas, 400 mil pessoas fiscalizando. E tem de ter um sigilo absoluto. O risco logístico sempre haverá.” 
Só se esqueceu de dizer que os problemas surgiram com o atual e continuado podre governo podre, que altera livros escolares e promove a discriminação na sociedade. 
A imbecilidade não tem limite, havendo risco de contágio até por osmose.
A culpa, pois, é o tamanho da sofrida Pátria, suas dimensões, mas não as dimensões da incompetência, da ignorância, da roubalheira desenfreada e do insidioso e perene processo de aniquilamento de princípios e valores.
É tudo muito triste e lamentável.
O pé na bunda pensado pela FIFA até que seria mais do que apropriado.

Pé na bunda


O sugestivo pé na bunda vindo lá da FIFA, até que seria bem vindo, de modo que a Copa seja levada para outro País, e se dê um basta na bandalheira em curso nos interesses futebolísticos.
Seria uma boa oportunidade para se estancar a sangria do dinheiro público e, no imaginário – acho que ficará no imaginário – presenciar o Ministério Público responsabilizando as esferas de governo e os particulares, deles reavendo a dinheirama até agora gasta.
A lamentar a destruição do Maracanã, do Beira-Rio e outros esqueletos de arenas espalhados pelo País; ainda no imaginário, o Ministério Público também poderá se ocupar desses assuntos e, quem sabe, ver a “aplicação” da farra da copa seguir caminhos do imediato e maior interesse da sociedade.

Apoio às Forças Armadas


Pretensões punitivas


Com ameaça de pretensões punitivas, pretende-se subjugar, sobrepujar princípios e valores, como se estes a ela se submetessem.

Princípios e valores, como dignidade, respeito, honra, decência e honestidade, quando presentes em homens de caráter não se dobram a iniquidade, fortalecem-se, principalmente quando originária de quem não têm credibilidade.

Antes de se falar em pretensões punitivas, o agrupamento de ímprobos que povoa a capital federal e que por ela orbita, deveria promover autopunição por seus criminosos atos do passado e do presente, este já iniciado o decêndio dos poderes mais corruptos da história do País; algo difícil de imaginar quando ausente o caráter e quando se ascende e se mantém o poder com o apoio de escusos interesses.

O Estado não existe para se beneficiar dos seus próprios atos criminosos, enriquecendo “as vestais” nos cristais da criminalidade, mas para beneficiar e desenvolver a sociedade, sua razão de ser, o que não é utópico nem demagógico.

Não se exerce o poder com viés criminal, sobressaindo-se a corrupção, seja material ou não, e que se encontra disseminada em cantos vários do planeta - uns mais, outros menos -, mas com decência e honestidade.

Quando olho a bela bandeira que ainda tremula na “iniquidade do arremedo democrático”, que se apresenta no dia a dia nacional, ainda mantenho o orgulho de me referir ao meu País como minha pátria, minha terra, minha nação, meu lar.

Meus respeitos e minhas homenagens ao Clube Militar pelo manifesto “Alerta à Nação”, ao qual já solicitei minha adesão.