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terça-feira, 6 de março de 2012

Pretensões punitivas


Com ameaça de pretensões punitivas, pretende-se subjugar, sobrepujar princípios e valores, como se estes a ela se submetessem.

Princípios e valores, como dignidade, respeito, honra, decência e honestidade, quando presentes em homens de caráter não se dobram a iniquidade, fortalecem-se, principalmente quando originária de quem não têm credibilidade.

Antes de se falar em pretensões punitivas, o agrupamento de ímprobos que povoa a capital federal e que por ela orbita, deveria promover autopunição por seus criminosos atos do passado e do presente, este já iniciado o decêndio dos poderes mais corruptos da história do País; algo difícil de imaginar quando ausente o caráter e quando se ascende e se mantém o poder com o apoio de escusos interesses.

O Estado não existe para se beneficiar dos seus próprios atos criminosos, enriquecendo “as vestais” nos cristais da criminalidade, mas para beneficiar e desenvolver a sociedade, sua razão de ser, o que não é utópico nem demagógico.

Não se exerce o poder com viés criminal, sobressaindo-se a corrupção, seja material ou não, e que se encontra disseminada em cantos vários do planeta - uns mais, outros menos -, mas com decência e honestidade.

Quando olho a bela bandeira que ainda tremula na “iniquidade do arremedo democrático”, que se apresenta no dia a dia nacional, ainda mantenho o orgulho de me referir ao meu País como minha pátria, minha terra, minha nação, meu lar.

Meus respeitos e minhas homenagens ao Clube Militar pelo manifesto “Alerta à Nação”, ao qual já solicitei minha adesão.

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