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sábado, 31 de março de 2012

Quinta-feira, 29 de março


Quinta-feira, 29 de março de 2012, 14 horas, Brasília, DF. Início da sessão plenária do Supremo, sendo o primeiro processo da pauta de julgamento, os desrespeitosos e demagógicos Declaratórios da OAB federal, contra a Lei da Anistia, mencionados na matéria “Supremo em foco”.  Iniciada e terminada a sessão, os declaratórios não foram julgados e nenhuma explicação foi fornecida pelo Relator do processo, o Ministro Fux quando, a pedido da própria OAB, na semana passada, adiara o julgamento do processo para a sessão do dia 29, dando lá as explicações que entendeu por bem explicitar.

Quinta-feira, 29 de março de 2012, 14 horas, Rio de Janeiro, RJ. Coincidência ou não, tem início, no Rio, estúpida e criminosa demonstração de desrespeito aos princípios democráticos, por um bando de vagabundos, cuja maioria não tem nenhum conhecimento das razões que levaram à instalação do regime militar em 64, capitaneados, na incitação à desordem, por bandeiras de próceres do crime, como PT, PCB, PCdoB, PSOL e PDT, quando agrediram moral e fisicamente os presentes ao Clube Militar, e ao próprio Clube, que lá se reuniam para lembrar a deposição de um governo de déspotas.

Quinta-feira, 29 de março de 2012. Noticia-se notificação ao País, pedindo-se informações quanto à omissão do Governo na apuração da morte do jornalista Herzog. Mais uma indevida interferência da OEA, em assuntos internos do País, como se deu, em 2010, quando o condenou a responder, pecuniariamente, pelo desaparecimento e morte de criminosos guerrilheiros, no que se chamou de conflito do Araguaia (matéria “OEA”).

Derrotados, em oportunidades diversas, quando empunhavam armas para derrubar a ordem constituída, com o fim de transformar o País em um país guiado e governado por regime comunista, por ora se mostram vitoriosos com a aguda destruição dos princípios democráticos e dos valores éticos e morais, que já estiveram presentes na sociedade, em grau bem mais acentuado e visível, ocultando-se na incitação de jovens despreparados em educação e costumes, mediante toda sorte de mentiras.

Recordo palavras do Presidente do Supremo – Cesar Peluso – ao ensejo do primeiro julgamento da ação da OAB federal, buscando invalidar a lei da anistia:

se é verdade que cada povo resolve os seus problemas históricos de acordo com a sua cultura, com os seus sentimentos, com a sua índole e também com a sua história, o Brasil fez uma opção pelo caminho da concórdia”.
“uma sociedade que queira lutar contra os seus inimigos com as mesmas armas, com os mesmos instrumentos, com os mesmos sentimentos está condenada a um fracasso histórico”.
(Ministro Cezar Peluso, Presidente do Supremo, contrário, como a maioria de seus pares, à revisão da lei da anistia, pretendida anular pela OAB, em relação aos agentes do Estado)

Já disseram que o povo, quando diante de governos que proliferam e profligam na hipocrisia, traindo os anseios da sociedade, tem o poder, o direito e a legitimidade de depô-los, substituindo-os por aqueles que se submetam aos reais e legítimos interesses dessa mesma sociedade, no conceito que justifica a sua criação e formação.

Quando olho para a bela Bandeira do meu País, ainda nutro a esperança do breve retorno dos princípios e valores, e de vê-lo governado por decentes e honestos.

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