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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Perseguição ideológica


Ontem, dia conhecido como o dia da mentira, foi noticiada mais uma doentia perseguição, por parte do MPF, contra os militares, confirmando-se que há exceção para toda e qualquer regra: continua-se procurando chifre em cabeça de cavalo.
A notícia, publicada na página 15, do jornal dos Marinhos, com o título “MP prepara ações por ocultação de cadáver: Empenhados em abrir casos que levem à punição de crimes da ditadura, procuradores vão se basear no sumiço de corpos”, segue abaixo, em reportagem de Tatiana Farah:



Não é difícil concluir-se do surgimento de um contínuo e crescente processo de instabilidade, protegendo-se nítido viés demagógico, ferindo-se a sociedade em seu núcleo de harmonia e convivência.
Talvez fosse o caso de se bater à porta dos Poderes constituídos, “escrachando-os” com brados de “assassinos e terroristas”, à semelhança dos atos desrespeitosos protagonizados em 29 passado, perante o Clube Militar no Rio, na coincidência ou não da manifestação, e os igualmente desencadeados por algo que se chama de Levante Popular da Juventude, no Rio Grande do Sul.
Talvez fosse o caso de se promover medidas judiciais contra o Ministério Público, freando os intentos ideológicos, desenvolvidos sob a bandeira da justiça democrática e da verdade.
Talvez fosse o caso de se promover reclamação perante o Supremo, para manutenção e observância de sua decisão de 2010, acerca da Lei da Anistia.
Talvez, quem sabe, fosse o caso, até, de se peticionar junto a OEA, confirmando-se a hipocrisia ideológica em voga atualmente naquela Organização.
Talvez fosse o caso, e esse é o caso, de nada fazer e esperar para ver até onde se vai com a instabilidade, evitando-se, assim, que, por ora, se transforme em caos, como, segundo se extrai da reportagem, já prenunciado por aquelas manifestações, que se auto-atribuem a legitimidade de agir em nome da sociedade civil.
Há de se permitir que continuem no seu processo autofágico; o limite está no quando necessário for.


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