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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Sicário comenta Lula, Jobim e Gilmar

Flavio...


Na presente situação não posso deixar de lembrar de Brizola quando, com propriedade, chamou Lula de sapo barbudo.
Pois o sapo barbudo viu na mosca do STF uma refeição fácil, se preparou, armou o "bote", soltou a língua e agora está tentando digerir a refeição....ou a própria língua.
Lula fez sóbrio o que nunca fez quando bêbado, ou seja, ser ele mesmo e do alto de sua baixeza, Lula o ébrio, estúpido e arrogante, acreditando ser " o cara" que é idolatrado por tudo e por todos, achando-se acima do bem e do mal, foi brincar de chantagista e se deparou com a verdade do espelho.
Criatura medíocre, sustentado por sindicato e por puxa-sacos que somente querem lucrar com a estupidez dele hoje limita-se covardemente falar através de notas e pela boca de seus seguidores cujo caráter é igual ou pior do que o do líder.
Sinceramente pouco me importa a veracidade das palavras de Gilmar, a palavra de Lula e a defesa de Jobim ou de qualquer um daqueles que soltou o verbo para mais uma vez defender o indefensável, coisa que somente é possível graças a igualdade de caráter entre os iguais em atitudes e atos. O que me importa é que dentre os crimes do acéfalo, aqui se soma mais um, o de chantagista, um burro chantagista que tropeçou no próprio ego.
Mais um tapa na cara de uma sociedade abestalhadamente omissa, passiva e permissiva.
Que inicio de fim para o acéfalo desdedado.
O reizinho do Brasil e ídolo num planeta imbecilizado, hoje é uma velha cancerosa, fofoqueira e chantagista que tenta lavar roupa suja no lago Paranoá.

abs.

Sicário

Olá Sicário,

O sapo barbudo virou perereca do brejo e sóbrio consegue a proeza de se suplantar na imbecilidade quando bêbado; bêbado ainda "surgem desculpas" para os atos, como sustentam os áulicos do crime, que orbitam e ou fazem parte das hostes putrefatas, na aparente graça dos efeitos da bebedeira; sóbrio, e mais do que medíocre e idiota, mostrou o caráter criminoso que forjou nas biroscas da vida.
O que me entristece, além do egoísmo de uma sociedade imbecilizada e guiada por interesses escusos, é a degradação do Estado que, por enquanto, continua o seu processo sem fim anunciado.

Abs.,

Flávio

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