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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Comentários do Sicário em " será que um dia deixará de existir ...


Flavio...


Diz o enunciado que " na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" e com o advento da mudança climática podemos vislumbrar nas ruas, as marchas transformadoras da sociedade transmutando seres quase pensantes em total imbecilóides. É ridículo, rizível o encontro de líderes mundiais na reunião Rio + "quantos niguém sabe, ninguém viu". Indígenas aculturados com rostos pintados para a guerra, mascarando sua real etnia, participam de um evento sobre a salvação da natureza como legítimos defensores dela. Culturalmente índios estão em comunhão com a natureza, são seres ditos e tidos como puros, ingênuos; teoricamente índios subsistem da pesca, da caça, plantação de mandioca ou aipim (fica a critério da região do Brasil) mas na realidade, índios vivem da venda de madeira de suas reservas permitindo também a exploração de minerais valiosos e plantas mas os índios estão lá defendendo a natureza na  Rio + "ninguém merece". 

Lembro que para defender a natureza tem que ter peito, mesmo murchos e caídos, como aqueles de mais uma marcha deprimente, de péssimo gosto e apelativa onde as participantes com seios (ou coisas parecidas com isto) à mostra, soltos aos vento, defendem o direito de ridicularizarem-se pq. mulheres que se permitem a protestar desta forma, de peito literalmente aberto, mas esconden-se atrás de pinturas, máscaras e óculos, não são dignas de crédito. Ao escrever sobre índios e peladas, lembrei-me dos maconheiros que aportaram no Rio de Janeiro, somando-se aos que ali existem; pois estes também são amantes da natureza.  Eles são a favor da natureza e do vício e se  acham no direito de defender que se abram clarões na mata para que ali, clandestinamente, seja cultivado o arbusto, motivo de seus reclames jurídicos. 

Pelo teor das marchas, pelos participantes, nota-se que a Rio + "que nojo" virou um forum social mundial

Nossas verbas se esvaem nas marchas libertárias apoiadas por políticos e por pseudo-intelectuais que pensam pensar o novo.

Os politicos é desnecessário comentar, a marcha deles é nos tapetes com holofotes e repentinamente todos se transformaram em defensores do planeta pois até Ahmadinejad, que deseja riscar Israel do mapa, se tranformou num ecologista. Um certo "presidente" africano veio com uma delegação gigantesca fazer turismo na cidade maravilhosa e outro, segundo informações da coluna de CH, estaria recrutando pessoas para aplaudi-lo enquanto desfila no evento. Políticos estimulam e manipulam as marchas de maconheiros, homos, vadias e de qualquer causa que revele a hipocrisia humana. Ninguém é defensor da natureza, todos são predadores. 

Para fazer o papel branco dos cartazes das marchas, o papel que enrola o baseado são necessários centenas de litros de água pura e, obviamente, árvores, mas os defensores estão aí....desculpe o termo Flavio :

NA HORA DE LIMPAR A BUNDA NINGUÉM LEMBRA DA ÁRVORE.


abs.


Sicário


Amigo, que já chamo de Irmão.
Na hora de limpar a bunda, ninguém se lembra é da bunda que tem, e nem da árvore que lhe traz o asseio, mas da bunda que, de tanta merda, não tem como ser limpa, porque não lhe falta "papel", mas inteligência, honra e caráter.
Mandei para o Noblat e para o Anselmo, o que se vê abaixo, está no blog. Não sei se será publicado nos respectivos espaços, pouco importa...

Maconhobrás ..


Como o governo não tem política para nada, talvez se inspire na figura do "expoente - lugo - paraguaio" e crie mais uma estatal, para regularizar, no social, o consumo e a distribuição da venenosa - político para presidi-la não falta, tem à rodo -. Maconhobrás: drogas para todos e uma feliz "viagem", com direito à distribuição pelo SUS e dedução de despesas médicas, no imposto de renda, por conta da rebordose final.

O que importa é divulgar as imbecilidades e hipocrisias, e oferecer caminhos para que não mais floresçam. 
Aqui a coisa fica feia e complicada. Como fazer? "Democraticamente", não faço a menor idéia (mantenho, por princípios, a ortografia antiga); medidas drásticas, talvez fossem as mais adequadas.
Dirão: - não tem mais espaço para isso  ... - E daí? Continua o que aí está?! Com defensores da ordem constitucional constituída? "Ordem" que já se perdeu na podridão dos putrefatos?
Meu caro Irmão: o País já se perdeu na podridão dos podres, e não vejo saída que não defenestrá-los para o lugar de costume.
Como disse na matéria:

Considerável parcela da sociedade, porém, se guia pelos sentimentos que forjaram o seu caráter, a sua honra, a sua hombridade, imune, pois, ao insidioso processo em que se pretende "a derrocada dos princípios e valores", como final resultado; com ela ainda se permite que a beleza da natureza, na sua pureza e grandiosidade mantenha, mesmo diante de pretendidas violações "da alma", o honrado curso da decência, e assim deverá prevalecer.'

E é essa parcela que permite, se pense, caminhos que se apresentem e que tragam ou retornem às linhas da decência e dos princípios.
Tenho, para mim, que não há outro caminho, que não o de se "levantar" e por fim a essa criminalidade, além de demagógica, altamente prejudicial ao País, outrora já honrado, e que continuamos a honrar, por nossa lídima formação, independentemente dos criminosos que tentam destruí-lo e dos imbecis que nada sabem.
É esse o meu propósito.
Quanto ao mais, o ridículo se encarrega ..., e cabe, a nosotros, não permitir que o ridículo continue ...

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