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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Aqui jaz uma profissão ... Who Knows?!

Notícia do Estadão (Mariângela Gallucci):

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Advogados querem adiar julgamento do mensalão

Cinco advogados de São Paulo pediram nesta quarta à presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia Antunes Rocha, que pondere com seus colegas de STF que é inoportuno julgar a ação do mensalão durante o período eleitoral. O julgamento está marcado para começar em 2 de agosto e deve durar pelo menos um mês.
Na petição, eles observam que os debates entre defesa e acusação serão televisionados e noticiados pelos meios de comunicação. Segundo os advogados, a repercussão será ainda maior porque o julgamento ocorrerá durante o período eleitoral.
"O desequilíbrio, em desfavor dos partidos envolvidos, é evidente. Tem-se o pior dos mundos: a judicialização da política e a politização do julgamento. Perde a Democracia, com a realização de uma eleição desequilibrada. Perde a República, com o sacrifício dos direitos dos acusados ao devido processo legal", afirmam na petição os advogados Marcelo Figueiredo, Marco Aurélio de Carvalho, Gabriela Shizue Soares de Araújo, Fábio Roberto Gaspar e Ernesto Tzulrinik.

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Deixo de comentar, porquanto não quero imaginar acréscimo ao epitáfio: aqui jaz um supremo "e uma profissão"...
As "pretensas linhas jurídicas" relembram ato criminoso de um inqualificável inominável ... junto a um ministro das togas superiores; a linha é a mesma.
Continuo na teimosia dos princípios e da esperança que a supresa suprema será uma supresa da supremacia jurídica, em prol dos interesses da sociedade, cujo interesse jurídico é infinita e imensuravelmente superior aos interesses penais e constitucionais de criminosos, e não, como dizem, em palavras outras, os "entrevistados" de matéria anterior, como o metido a polêmico das togas superiores - tudo será feito nas páginas frias dos autos.
As linhas da reportagem, no que toca à "petição", são uma desonra aos honrados, não há como considerá-las; a sua reprodução basta pelo simples fato da reprodução para conhecimento e confirmação das quantas anda um País outrora honrado, não mais que isso, porquanto insignificantes.
A lástima repousa no oportunismo, quiçá agraciado.

2 comentários:

  1. Flavio...

    O pedido dos advogados dos criminosos está alinhado com o do candidato inaPTo Haddad pois ele também afirmou, em outras palavras, que o mensalão não pode suplantar as eleições.
    COmeço a pensar como eles. O mensalão deveria ser julgado (sem prejuízo de prazos, obviamente) após as eleições pois assim teríamos a chance de condenar os criminosos na justiça e os futuros bandidos, hoje extraoficiais, nas urnas isto se os doutos e santificados do STF não resolverem ..fora do penico.
    No Brasil pós 2001, muitas profissões foram sendo enterradas. Não é só o direito a vítima, mas também os religiosos, militares e principalmente os jornalistas todos estes sepultados na mesma vala, na vala comum da mediocridade profissional.
    Veja o que foi publicado no jornal Zero Hora, de Porto Alege, dia 24 de julho, na página 14. Textualmente:
    "O presidente estadual do PT, Raul Pont, esteve na última semana em Sapiranga, quando o PT decidiu substituir o candidato a prefeito XXXXX, que teve o registro indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral. Pressionado pelos apoiadores de XXXX, que não concordavam com a decisão e queriam que ele recorresse até a última instância, Pont deu uma declaração com potencial para provocar muita dor de cabeça ao partido:
    - Nós não controlamos esse BANDO DE SEM-VERGONHA que compõe o Tribunal Eleitoral.
    O problema é que a fala foi gravada em vídeo. Apesar da baixa qualidade da imagem a autoria é indiscutível. Confira o trecho do vídeo em www.zerohora.com/blogdarosane.
    O desembargador XXXXX, não quis comentar a declaração de Pont." e segue a matéria com os desmentidos, com acusações da gravação não ter sido autorizada,etc...

    As palavras ditas por Pont : "NÓS NÃO CONTROLAMOS..." são reveladoras, não?
    O silêncio dos "sem-vergonha" também, não achas?
    O silêncio de advogados, padres, militares, jornalistas digo, jornaleiros, é assustador.
    A conivência dos canalhas é ditatoral.
    Pobre Brasil
    abs.

    Sicário

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  2. Olá Sicário,
    A coisa tá feia, muito feia:
    - quando se fala, hoje, na hipótese de perdão político para um cara com cara de cafajeste;
    - quando se fala em homenagem ao inominável inqualificável, para o dia de amanhã, para coincidir com o início do julgamento do mensalão, que insistem em chamar de histórico, e que nada tem de histórico, porquanto julgamento de criminosos não faz história, salvo queira o Supremo fazê-la, distanciando-se, definitivamente, das idiossincrasias e hipocrisias jurídico-doutrinárias, que tanto lhe faz bem ao doentio ego, julgando a causa sem as conhecidas e vergonhosas simpatias, seja com o crime, seja com os amigos;
    - quando, depois de violentar incontáveis vezes nossa Constituição, afronta-se, por ora, a que instituiu a “zona aduaneira” chamada de Mercosul, permitindo-se o ingresso de outro País naquela “comunidade”, que para lá não seguiria, não fosse a reedição tupiniquim da tríplice aliança, protagonista o “ilegítimo governo” que já anda, aqui, para 12 anos de crimes variados;
    - quando se permite a caminhada de um protótipo de ditador, em solo outrora honrado,
    a coisa realmente está feia. Nem falo mais em outras obrigações não cumpridas pelos governos, em seus três níveis de corrupção desenfreada.
    Não vejo alternativa que não uma boa “porrada” no País, para trazê-lo de volta aos eixos, isso, claro, após o agrupamento de propósitos decentes e honestos que por isso se interesse. A matéria do Zero Hora, citada em suas linhas, bem retrata o que acabo de dizer.
    Obrigado pela visita.
    Abs.,
    Flávio

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