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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Sicário comenta "Aqui jaz uma profissão ... Who knows?!"

Flavio...

O pedido dos advogados dos criminosos está alinhado com o do candidato inaPTo Haddad pois ele também afirmou, em outras palavras, que o mensalão não pode suplantar as eleições.
COmeço a pensar como eles. O mensalão deveria ser julgado (sem prejuízo de prazos, obviamente) após as eleições pois assim teríamos a chance de condenar os criminosos na justiça e os futuros bandidos, hoje extraoficiais, nas urnas isto se os doutos e santificados do STF não resolverem ..fora do penico. 
No Brasil pós 2001, muitas profissões foram sendo enterradas. Não é só o direito a vítima, mas também os religiosos, militares e principalmente os jornalistas todos estes sepultados na mesma vala, na vala comum da mediocridade profissional.
Veja o que foi publicado no jornal Zero Hora, de Porto Alege, dia 24 de julho, na página 14. Textualmente:
"O presidente estadual do PT, Raul Pont, esteve na última semana em Sapiranga, quando o PT decidiu substituir o candidato a prefeito XXXXX, que teve o registro indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral. Pressionado pelos apoiadores de XXXX, que não concordavam com a decisão e queriam que ele recorresse até a última instância, Pont deu uma declaração com potencial para provocar muita dor de cabeça ao partido:
- Nós não controlamos esse BANDO DE SEM-VERGONHA que compõe o Tribunal Eleitoral.
O problema é que a fala foi gravada em vídeo. Apesar da baixa qualidade da imagem a autoria é indiscutível. Confira o trecho do vídeo em www.zerohora.com/blogdarosane.
O desembargador XXXXX, não quis comentar a declaração de Pont." e segue a matéria com os desmentidos, com acusações da gravação não ter sido autorizada,etc...

As palavras ditas por Pont : "NÓS NÃO CONTROLAMOS..." são reveladoras, não?
O silêncio dos "sem-vergonha" também, não achas?
O silêncio de advogados, padres, militares, jornalistas digo, jornaleiros, é assustador.
A conivência dos canalhas é ditatoral.
Pobre Brasil
abs.

Sicário


Olá Sicário,
A coisa tá feia, muito feia:
- quando se fala, hoje, na hipótese de perdão político para um cara com cara de cafajeste;
- quando se fala em homenagem ao inominável inqualificável, para o dia de amanhã, para coincidir com o início do julgamento do mensalão, que insistem em chamar de histórico, e que nada tem de histórico, porquanto julgamento de criminosos não faz história, salvo queira o Supremo fazê-la, distanciando-se, definitivamente, das idiossincrasias e hipocrisias jurídico-doutrinárias, que tanto lhe faz bem ao doentio ego, julgando a causa sem as conhecidas e vergonhosas simpatias, seja com o crime, seja com os amigos;
- quando, depois de violentar incontáveis vezes nossa Constituição, afronta-se, por ora, a que instituiu a “zona aduaneira” chamada de Mercosul, permitindo-se o ingresso de outro País naquela “comunidade”, que para lá não seguiria, não fosse a reedição tupiniquim da tríplice aliança, protagonista o “ilegítimo governo” que já anda, aqui, para 12 anos de crimes variados;
- quando se permite a caminhada de um protótipo de ditador, em solo outrora honrado,
a coisa realmente está feia. Nem falo mais em outras obrigações não cumpridas pelos governos, em seus três níveis de corrupção desenfreada.
Não vejo alternativa que não uma boa “porrada” no País, para trazê-lo de volta aos eixos, isso, claro, após o agrupamento de propósitos decentes e honestos que por isso se interesse. A matéria do Zero Hora, citada em suas linhas, bem retrata o que acabo de dizer.
Obrigado pela visita.
Abs.,
Flávio

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