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segunda-feira, 18 de março de 2013

Exportando a Comissão da Verdade ...

Faz tempo que não falo nesta ignomínia chamada comissão da verdade, de enaltecimento de vagabundos e criminosos, e sustentada pela sociedade. Isto, pelo simples fato, que não lhe dou mais importância, significado, atenção, ou o que seja, e que já procriou, no oportunismo deletério, aqui no Rio e, mais, no Ceará, como li, outro dia, em jornal local.

De um tempo para cá, assisti-se a idiotices de profunda demagogia, tais como a de se alterar certidão de óbito de então defenestrados; a de se desrespeitar a memória de quem foi assassinado por um bando de inqualificáveis, entre outras ... E o culpado disto tudo, em que pese a "acomodação da sociedade não corrompida", continua sendo o Supremo, porquanto sentado sobre um processo da OAB federal, pelo qual se requer que a lei da anistia não seja aplicada aos militares; anistia só para um lado, o dos bandidos.

Por ora, recordando páginas de jornais, que dedicaram caderno especial à passagem do "hermano/brother" da Venezuela, li em um deles, relembrando fato caído no esquecimento, o que segue (Jornal dos Marinhos, pag. 46, 10.03.13):


Lendo a matéria, dela sobressai manancial tão a gosto aqui da turma dos direitos humanos tupiniquim, que dele se utiliza para o engrandecimento de "criminosos pátrios": exilados, famílias de presos políticos que "padeceram constantes violações de seus direitos", juíza torturada, estuprada, abortando posteriormente etc.

Considerando que as "nossas autoridades", já demonstraram (in)questionável vício de interferir em assuntos internos de outros países, creio que seria o caso de se "exportar" a ignóbil comissão pátria para as terras do "carabobo", para que lá desempenhe as suas nobres funções de reescrever a história, e de pacificar a nação, permitindo, aqui, por estas bandas, uma pausa no contumaz desrespeito à memória nacional e aos que sucumbiram na então criminalidade explícita, alcunhada de guerrilha e outras adjetivações impublicáveis.

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