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sexta-feira, 1 de março de 2013

Crack ...

A notícia que segue é do Jornal Primeira Página, de Tocantins, lembrando-me, não vai muito tempo, destaque na imprensa, pela qual, o querido País, entre tantas outras conquistas, alcançara o honroso primeiríssimo lugar como o maior mercado mundial no consumo do crack e, o segundo, no de cocaína - matéria aqui no blog, pais de drogados -. A razão está aí, bem na cara, para quem quiser ver ou não.
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Uso do crack cresce e desafia autoridades

Edição Nº 1060 - 24/02 a 02/03/2013



  O uso de entorpecentes em Palmas, principalmente a do crack, vem aumentando de uma forma preocupante. A droga desestrutura famílias e desafia as autoridades responsáveis pelo combate e reabilitação dos dependentes químicos. A principal característica deste entorpecente é provocar nos usuários quadros psiquiátricos graves.
De acordo com o delegado Carlos Miguel Manso, titular da Delegacia Especializada em Narcóticos (Denarc), a apreensão de crack aumentou, se comparado com o ano passado. “Por meio de nossas apreensões nós notamos que o uso do crack cresceu muito. Antigamente quase não víamos a droga em bocas de fumo. Esse ano já apreendemos cinquenta e quatro quilos, sendo seis de crack, e o restante maconha”, disse.
O delegado explicou que o entorpecente, além de ser mais barato, tem um efeito instantâneo e o poder viciante muito maior em relação aos outros. Manso esclareceu também que, atualmente, o uso não tem distinção de classe social.
Uma reabilitanda, ex-dependente de crack, está em tratamento na Casa de Recuperação e Reabilitação Feminina, em Palmas, há quatro meses. Ela contou que conheceu o entorpecente através de seu ex-marido. “Sou mãe de três filhos, tenho trinta e três anos, tenho curso superior e já usei todos os tipos de drogas, mas a pior de todas foi o crack, ela me derrubou. Depois que conheci a droga, cheguei a morar na rua, quase perdi meus filhos”, relatou.
Uma das formas que a Denarc combate o uso e tráfico de entorpecentes é por meio de denúncia anômina. O cidadão que souber de algum ponto de venda pode entrar em contato com a delegacia pelo telefone (63) 3218-6871, que os agentes vão até o local para um monitoramento e análise se tem procedência a denúncia.
“A população começou a confiar no nosso trabalho, nas apreensões que estão sendo divulgadas pela imprensa. Então a comunidade está ajudando no combate através de denúncias”, pontuou.

Nas apreensões, são encontradas uma grande quantidade de ítens roubados, como celulares, computadores; os usuários vendem os produtos para sustentarem o vício

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