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quinta-feira, 21 de março de 2013

"Explosão" na OAB

Dia 7 passado, um cabeção de nego explodiu na sede da seccional da OAB aqui no Rio, provocando imediata e raivosa reação, por conta da presunção do envolvimento de militares na ignomínia.

E tudo isso porque o ex-presidente da seccional - Wadih Damous - recebera informações, pelo disque-denúncia, após a explosão do artefato, dizendo que ele seria alvo de um atentado praticado por militares da reserva, tendo como razão, o fato de que seria o presidente da comissão da verdade carioca, e que iria "investigar os crimes cometidos durante a ditadura militar".

Ainda segundo as matérias publicadas no dia seguinte - dia 08 - a OAB/RJ teria divulgado uma cópia da denúncia (não publicada nas páginas da imprensa), em cujo texto dizia que tinham sido instalados, lá na sede, "três dispositivos em série de retardo C4, de alto poder de destruição, por militares da reserva, para matar Wadih Damous", tendo os jornais destacado palavras da pretensa vítima: "Posso garantir, não vão me intimidar".

Só estou escrevendo sobre isso, porque já que cansei de escutar esta fantasia, até hoje cantada aos cantos e cantos, que soa como premeditada.

Qual seria o interesse dos militares no Sr. Damous? A comissão da verdade? Esta comissão já fedeu tanto, que já perdeu até o foco e o interesse. O que dela ainda se retira é a insistência em desonrar a memória dos que foram assassinados por uma turba que se alcunhava de guerrilheiros.

Mas ainda vou mandar para os seus integrantes, a cópia do mini manual do Marighella, pelo qual se ensinava a incitar a desordem, a se utilizar de explosivos, a assassinar civis, como ser um bandido de primeira linha - o franco-atirador, entre outros atos criminosos.

Tudo o que acontece no País, tem como pano de fundo o governo militar, quando não comparado com os excessos de um governo de duvidosa moral: "nem na ditadura isso aconteceu ...", e por aí vai. Parece até relação de amor e ódio, da qual sobressai o último contra as Forças, já que, mesmo que não optassem pela vagabundagem e criminalidade, como "modo de vida", nunca seriam honrados com as suas vestes, porque estas só honram aqueles de forjado caráter, dignos de vesti-las e de honrá-las, qualquer que seja a situação, circunstância ou momento.

Da reportagem, contudo, sobressai fato interessante: o cabeção de nego explodira na escada entre o oitavo e o nono andar, andar este em que ocorreria julgamento de processo disciplinar para "possível exclusão de dez associados". Por acaso, poderia ser esta a razão do "ataque verde-oliva" ou, quem sabe, "das carteiras vermelhas"?

Bom, a polícia está investigando, e espero que tenha êxito nos seus trabalhos.

2 comentários:

  1. Essa OAB fede mais que pocilga. O PT inchetou nela seus ratos. Deveriam explodir tudo sem deixar um tijolo em pe'

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    1. Olá Beto pernambuco,
      A turma dos "vermelhos" pode até ter contaminado a seccional; se "explodisse" a cambada federal, a estadual perderia, quiçá, o seu norte de inspiração e permissão demagógica, parando com essa demonstração explícita de amor e ódio.
      Abs,

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