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quinta-feira, 7 de março de 2013

Múmia de Sudamérica ...

Acabei de escutar no noticiário, que a turma que adora o caudilho dos discursos inflamados, aquele que já passou para outra, decidiu embalsamá-lo, à semelhança e para os fins do ocorrido com Lenin e Mao. É bem provável que o sujeito dos nove dedos se encontre consumido pela inveja, perguntando a si próprio: - Porque não morri antes???

Se soubesse desenhar, uma boa charge seria publicada.

Mas, o que despertou interesse, é que a turma dos demagogos e retrógados, à exceção do cara do Irã que, segundo o noticiário, ainda se encontrava pelos ares, a caminho do "último beijo", já estava toda lá, em  terras do "carabobo", reunida "para a encenação oficial" - vídeos e fotos, em todas mídias -, surgindo a esperança de que resolvessem, sem arrependimento e desistência, acompanhar o que já se fora, para eterno gáudio de incontáveis.

Não nego pesamento salutar, da oportunidade do lançamento de um "belo" projétil sobre as suas cabeças, proporcionando-se, com isso, mais do que real satisfação, e até, quem sabe, recuo nas imbecilidades arrotadas pelo cara da Coréia do Norte, as de desencadear ataque preventivo nuclear - seja lá o que isso for - contra os vizinhos do sul e os americanos .

2 comentários:

  1. Flavio...

    E eu que ouvi no noticiário que Zé Dirceu pediu autorização junto ao STF, para viajar e participar do funeral de Chavez!
    E não é que o ministro Joaquim Barbosa, sempre ele, não autorizou a viagem...que maldade do Joaquim.
    Eu no lugar dele permitiria a saída do país, com a condição de que fosse enterrado junto e segurando com a boca o saco escrotal do lixo venezuelano.
    abs.
    Sicário

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    1. Olá Sicário,
      Realmente, muita maldade do Joaquim; talvez o Zé Canalha tivesse tomado por tristeza tão profunda, que não poderia deixar de comparecer ao "último beijo", tal como fez e foi chorar, no "primeiro beijo", no colo do Fidel, quando surrupiaram o poder.
      Acho que, na sinceridade dos bandidos, o estado emocional era muito forte, como ocorre aqui no Rio, quando se mata alguém da mesma laia e se determina o luto obrigatório na "comunidade", no comércio, na escola etc., nas barbas da polícia.
      De qualquer forma, Joaquim foi muito inteligente: se o emocional era tão forte, capaz de provocar um ataque cardíaco, nada como negar a autorização sentimental; se não morreu até hoje, já que nenhum jornal publicou a boa nova, o que sobra são sinais de imbecil esperteza. Será que não acompanhou, "disfarçado", a "comitiva presidencial", como aqui o fez em tempos passados?!
      Abs.,

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