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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Passado, presente e, quem sabe, sem futuro

Chega a ser hilário, mas a coisa é séria: dejetos do passado, dos quais alguns atualmente permeiam por onde não deveriam estar, justificavam os crimes praticados contra o Pais e a sociedade, com os seguintes argumentos, entre outros:

- não existe liberdade no país. A censura é exercida para coibir a atividade intelectual;

- a inflação prossegue desenfreada; há demasiado dinheiro em poder dos capitalistas;

- a corrupção campeia o governo; não há que se estranhar que os maiores corruptos do país sejam ministros e membros do governo que vivem como príncipes ...

Estas sandices, de cheiro inapropriado, foram escritas em 1968; qualquer semelhança com os últimos 12 anos de profunda crise de valores, não é mera coincidência, mas retrato dos intestinos interesses de inqualificável malta, então travestida de guerrilheiros, que amealhou outra tanto de abestalhados, para os criminosos intentos, e que hoje persistem com uma nova horda de novos abestalhados, que não possuem nenhum compromisso com a história e a sua verdade.

Se o País era aquilo contra o qual desencadearam a onda criminosa passada, a onda criminosa atual em nada destoa daquilo contra o que elegeram como bandeira de luta, pretendida camuflar no contínuo desrespeito à memória nacional e aos seus mortos, através de algo chamado de comissão nacional da vergonha.

E o futuro ...? No futuro ... quem sabe, não se deixem ao abandono "os falsos ídolos", promotores de sofrimento e morte, desgraça e corrupção ...

2 comentários:

  1. olá jaba.

    presente, passado e futuro.

    com esse povinho de merda, com certeza seremos um país sem futuro até porque estamos sem presente.
    aBS DO BETO.

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  2. Olá Beto,
    A "realidade" é triste e envergonha.
    Mantenho, contudo, um sonho, que pode se transformar em crime ambiental: ver a malta na "vala".
    Abs.,

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