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terça-feira, 1 de julho de 2014

Confisco no horizonte?!

Em novembro passado, ao ensejo do que seria o início do julgamento que interessa a milhões de poupadores, já de avançada idade, e após comentar sobre a tese sustentada pelos Bancos, então apoiada pelo Governo petista, disse que não ficaria surpreso com a edição de um Plano DiLLma, isto porque, um tal de Lazarento Fonteles ou Nazareno Fonteles, deputado petista, apresentara um projeto de lei complementar, ainda no tempo do energúmeno, de n° 137, pelo qual buscava instituir no País o limite máximo de consumo da população e a poupança fraterna.

Apesar de arquivado, em 31/01/2007, pela Mesa Diretora, após rejeição da Comissão de Finanças e Tributação, vale recordar os seus cinco primeiros artigos, mesmo sabendo que recordar coisa ruim faz mal ao sangue, porque o risco ainda existe, se não se der um basta na cambada de prófugos - políticos e não políticos, partidários e apartidários - que continuam na contumaz destruição do País, do qual ainda nutro esperança de voltar a se reerguer e a ser honrado:

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº , DE 2004
(Do Sr. Nazareno Fonteles)
Estabelece o Limite Máximo de Consumo, a Poupança Fraterna e dá outras providências
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Fica criado o Limite Máximo de Consumo, valor máximo que cada pessoa física residente no País poderá utilizar, mensalmente, para custear sua vida e as de seus dependentes.
 § 1º O Limite Máximo de Consumo fica definido como dez vezes o valor da renda per capita nacional mensal, calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em relação ao ano anterior.
Art. 2º Por um período de sete anos, a partir do dia primeiro de janeiro do ano seguinte ao da publicação desta Lei, toda pessoa física brasileira, residente ou não no País, e todo estrangeiro residente no Brasil, só poderá dispor, mensalmente, para custear sua vida e a de seus dependentes, de um valor menor ou igual ao Limite Máximo de Consumo.
Art. 3º A parcela dos rendimentos recebidos por pessoas físicas, inclusive os que estejam sujeitos à tributação exclusiva na fonte ou definitiva, excedente ao Limite Máximo de Consumo será depositada, mensalmente, a título de empréstimo compulsório, em uma conta especial de caderneta de poupança, em nome do depositante, denominada Poupança Fraterna.
§ 1º A critério do depositante, sua Poupança Fraterna poderá ser depositada no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal, podendo ser livremente movimentada, pelo seu titular, entre estas duas instituições financeiras, as quais desenvolverão seus melhores esforços para assegurar a correta e eficiente aplicação dos recursos assim captados.
§ 2º Qualquer pessoa, independente do seu nível de renda, poderá abrir uma conta de Poupança Fraterna.
§ 3º Caberá à fonte pagadora reter o valor a que se refere o caput deste artigo, realizando o depósito na Poupança Fraterna, em nome do poupador, no mesmo dia da realização do pagamento ao beneficiário.
I – A retenção do valor excedente ao Limite Máximo de Consumo, sem a realização do correspondente depósito na Poupança Fraterna, implicará multa equivalente a duas vezes o valor retido, além de juros de mora.
§ 4º As pessoas físicas que auferirem rendimentos de mais de uma fonte deverão, até o quinto dia útil do mês seguinte ao do recebimento, realizar o depósito do valor dos seus rendimentos, excedente Ao Limite Máximo de Consumo, na Poupança Fraterna.
I – a não-realização do depósito na Poupança Fraterna, ou sua realização em valor inferior ao determinado no art. 3º desta Lei, por período superior a trinta dias, implicarão a automática e imediata inserção do retentor no cadastro da dívida ativa da União, pelo valor correspondente a duas vezes a diferença entre o valor depositado e o valor devido.
Art. 4º Caberá à Secretaria da Receita Federal:
I – a elaboração do cadastro anual dos poupadores compulsórios da Poupança Fraterna, constituído de todas as pessoas físicas com rendimento mensal igual ou superior ao Limite Máximo de Consumo;
II – a fiscalização do volume e regularidade dos depósitos, relativamente à renda de cada um dos poupadores compulsórios.
Art. 5º Os recursos compulsórios aplicados na Poupança Fraterna serão devolvidos aos seus titulares nos catorze anos seguintes ao período mencionado no art. 2º, com prestações mensais de valores equivalentes à metade de cada um dos depósitos realizados, respeitada a ordem em que os depósitos foram feitos, mais os juros acumulados no período.

Para quem estiver interessado na leitura integral da aberração comunista e suas imbecis justificativas, basta clicar aqui.

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